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Análise

A cumplicidade na vaza-jato

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Por Moacir Pereira
13/06/2019 - 04h45 - Atualizada em: 13/06/2019 - 07h59
(Foto: Theo Marques e Evaristo Sá / Folhapress e AFP)

Impressiona como advogados, líderes políticos e a esquerda jurássica comemoram o vazamento das conversas entre Sérgio Moro e Deltan Dallagnol. Cometem, a rigor, dois atentados:

1. acolhem atos criminosos contra a Justiça Federal, o Ministério Público Federal, Policia Federal e a Receita Federal, todos da Lava-Jato, que heroicamente combatem a corrupção no Brasil;

2. tornam-se cúmplices da bandidagem, sinalizando que aplaudem a maior roubalheira da história.

Extremos

O ministro Gilmar Mendes festejou os vazamentos das conversas entre Moro e Dallagnol, condenando os diálogos. Mas está cansado de conversar com advogados de parlamentares denunciados, réus e condenados na Lava-Jato.

Já o ministro Luiz Roberto Barroso se porta como um magistrado: “Não entendo a euforia que tomou conta dos corruptos e seus parceiros. A corrupção precisa ser enfrentada. A Petrobrás foi loteada, com desvios, confissões, devolução de dinheiro, tudo comprovado”.

Moacir Pereira

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Moacir Pereira

Principal nome do jornalismo político catarinense, é respeitado pela classe assim como nos campos empresarial e jurídico. A exclusividade de suas notícias se reflete na sua credibilidade.

moacir.pereira@somosnsc.com.br

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