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Caos no trânsito não surpreende

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Por Moacir Pereira
12/03/2019 - 05h20 - Atualizada em: 12/03/2019 - 05h20

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Em um intervalo de 12 dias, o trânsito parou duas vezes em Florianópolis pelo mesmo motivo. Na segunda, um ônibus quebrado na entrada da cidade levou mais de quatro horas para ser retirado. Em 27 de fevereiro, uma carreta quebrada na SC-401 precisou esperar um guincho sair de Palhoça pelo mesmo período.

Vivemos o absoluto amadorismo na gestão de crises na mobilidade. Uma mistura de voluntarismo, improviso e falta de integração. O que aconteceu ontem, infelizmente, não é surpresa. Somos reativos.

No mês passado, depois do caso do veículo quebrado na rodovia de acesso ao norte da Ilha, a resposta da Polícia Militar foi de mudar o contrato do guincho e exigir que o carro de resgate esteja de prontidão. Agora, a prefeitura, também de forma reativa, anuncia a contratação emergencial de guincho 24 horas nas pontes Pedro Ivo e Colombo Salles.

A PM chama uma reunião para tratar do assunto. Falta-nos pensar, projetar e executar ações de trânsito com o olhar na região metropolitana e com os três entes da federação envolvidos de forma consorciada. A cidade tem características peculiares. Em menos de três quilômetros temos circunscrição federal (Via Expressa), estadual (pontes Pedro Ivo/Colombo Salles) e municipal (Beira-Mar Norte). Que estes sentem à mesa para estabelecer um plano de ação.

Oportunidade

O Observatório Social de Florianópolis promoverá um evento para estimular que mais empresas de micro e pequeno porte participem de licitações públicas. Além de gerar oportunidades de crescimento para as organizações, a ampliação no número de concorrentes nos processos de contratação de serviços ou aquisição de produtos pelo poder público gera aumento de concorrência, o que pode diminuir a chance de fraudes e garantir melhores preços. O evento será em 3 de abril, no Sebrae.

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Bike

O deputado estadual Fabiano da Luz (PT) recebeu no último final de semana, em Tunápolis, no Oeste, carta-documento pelo ciclismo catarinense. O grupo Bike Tunas sugeriu um seminário para reativar o debate no Estado. Fabiano é vice-presidente da Comissão de Turismo da Alesc, e o cicloturismo será uma de suas bandeiras.

Posto Ipiranga

Preocupante a proposta do ministro da Economia, Paulo Guedes, de acabar com os repasses mínimos obrigatórios para saúde e educação. Pesquisas mostram que o Brasil investe em educação, por exemplo, um percentual superior a muitos países desenvolvidos e até de terceiro mundo, porém, sem os resultados esperados. Claro que o problema é, também, de gestão, mas dá para imaginar o que prefeitos e governadores fariam com essa verba sem carimbo?

DEMORA

Deputados reclamam da demora do governo estadual para encaminhar os projetos de lei sobre os setores que devem receber incentivo fiscal. Como tudo terá que passar pela aprovação da Alesc até 31 de julho, atendendo norma do Confaz, o prazo será curto. A reforma administrativa deve ficar para o segundo semestre.

AUDITORIA

A instauração de uma auditoria para apurar o déficit orçamentário de R$ 111 mil em 2018 estará na pauta da reunião do conselho político da Federação Catarinense de Municípios na próxima quinta-feira.

Moacir Pereira

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Principal nome do jornalismo político catarinense, é respeitado pela classe assim como nos campos empresarial e jurídico. A exclusividade de suas notícias se reflete na sua credibilidade.

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