O engenheiro Henry Quaresma, ex-diretor de Relações Internacionais da Fiesc, fundador e presidente da “Brasil Business Parteners”, com viagens de negócios frequentes à China e contatos permanentes com empresários e executivos chineses, fez uma avaliação sobre os efeitos do coronavírus no Brasil e no mundo. Recentemente, ele publicou o livro “O Fator China”, lançado aqui no Brasil e na China.

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Quaresma destacou, em primeiro lugar, que “o coronavírus começa a impactar algumas áreas da economia brasileira. É como se fosse uma onda que começou na China e chega agora aqui”.

Atualiza, em seguida, a situação vigente na Ásia: 

— Na China já há uma boa retomada da normalidade, ocorrendo progressos dia a dia. 
Medidas de incentivo econômico que foram tomadas já surtem efeitos, como redução da tributação de imposto de renda por certo período, contribuições patronais da folha de pagamento, além de outras reduções e isenções tributárias dos governos locais. Também linhas financiamentos facilitados.

Aqui, estão faltando medidas do governo de proteção do setor produtivo, em especial das empresas que mantém relações comerciais com o chineses. Como destaca Quaresma: 

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— No Brasil, apesar da extrema eficiência do setor da saúde, não temos medidas de apoio econômico para empresas atingidas. Portando cabe as esferas governamentais federais e estaduais estudarem o cenário que estamos, preparando estratégias nesta área. A criação de comitês ou grupos gerenciais para tratar do assunto seria muito bem-vindo e daria mais tranquilidade para quem produz no país!

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