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Carlos Moisés

Uma transição blindada no governo de Santa Catarina

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Por Moacir Pereira
07/11/2018 - 05h00 - Atualizada em: 07/11/2018 - 05h00
Sede do governo
(Foto: )

Completando-se nesta quarta-feira 10 dias da eleição de Carlos Moisés, a primeira constatação feita nos meios políticos é de que há uma grande diferença de estilos entre o governador eleito e o presidente Jair Bolsonaro. Enquanto no QG de Bolsonaro as informações fluem com precisão pelo próprio presidente ou por fontes credenciadas nos setores político e militar, na transição o estilo está marcado pela blindagem.

Moisés não atende telefonemas.  Seus assessores mais próximos pouco dizem até sobre sua agenda. A comunicadora indicada para atender os jornalistas se revelou desinformada de tudo. É a assessora de imprensa do PSL, partido que deixou o mundo dos nanicos para ocupar o reino dos poderosos. Seu presidente, Lucas Esmeraldino, sempre solícito durante as duas campanhas, quando atende o celular alega estar por fora da transição. Seu nome sofre restrições no novo grupo governamental.

Oficiais da reserva que conquistaram mandatos começam a se movimentar nos bastidores. Receptivos aos jornalistas, procuram explicar as razões da blindagem a Moisés alegando que ele primeiro quer se inteirar de toda a estrutura do Estado para depois se posicionar sobre o que será cortado, o que fica, o que será objeto de fusão, além de nomes já escalados para compor o novo governo.

O governador eleito, que ontem visitou o Ministério Público de Santa Catarina, promete anunciar nesta quarta os 10 nomes do grupo de transição. E na sexta-feira realizará a primeira reunião com o diretório estadual do PSL e a bancada na Assembleia Legislativa. A partir destes eventos, a população saberá se apenas a transição está fechada ou se o novo governo mudará suas relações com a imprensa e com a informação à sociedade.

PSDB apoia

bolsonaro e deputada
(Foto: )

A deputada federal Geovânia de Sá (PSDB) declarou apoio aos projetos do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). A manifestação foi feita pessoalmente pela parlamentar catarinense ao novo presidente durante sessão solene do Congresso Nacional comemorativa dos 30 anos de promulgação da Constituição Federal. Geovânia, reeleita com 101.937 votos, conversou na solenidade, também, com a procuradora-geral da República, Raquel Dodge.

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