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    Fiscalização

    Coronavírus: policiais de Blumenau flagram mais de 200 casos de desrespeito a decreto estadual 

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    Por Pancho
    01/04/2020 - 15h40
    Polícia Civil em Blumenau
    Polícia Civil fiscaliza cumprimento de decreto em Blumenau. Foto: divulgação, Polícia Civil

    As polícias de Blumenau tiveram trabalho nas primeiras duas semanas em que o governo estadual suspendeu as atividades de lojas, bares, restaurantes e outros locais para tentar conter a proliferação do novo coronavírus por Santa Catarina. Nesse período policiais civis e militares fizeram 210 abordagens a estabelecimentos da cidade que estavam descumprindo o decreto estadual, colocando a comunidade em risco.

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    Até mesmo um campeonato de sinuca no bairro Itoupava Norte foi flagrado por policiais civis. E não foi no início, quando poderia haver a desculpa da falta de conhecimento. Foi no final de semana passado. mais de 10 dias depois da publicação do primeiro decreto.

    Em pelo menos três casos houve reincidência, ou seja, os estabelecimentos mesmo depois de notificados voltaram a abrir as portas. Nessas situações os responsáveis responderão a um termo circunstanciado.

    PM em Blumenau
    Polícia Militar fiscaliza cumprimento de decreto em Blumenau
    (Foto: )

    Só a Polícia Militar foi acionada 270 vezes por meio de denúncias e em 52 casos houve flagrante de descumprimento, em geral com estabelecimentos abertos ou aglomerações proibidas. Já a Polícia Civil por 158 vezes orientou os responsáveis pelos estabelecimentos abertos ao correto cumprimento do que foi estabelecido, fechando as portas ou acabando com aglomerações.

    Vale lembrar que apenas serviços essenciais estão autorizados a funcionar neste período. São eles:

    — tratamento e abastecimento de água;

    — geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, gás e combustíveis;

    — assistência médica e hospitalar;

    — distribuição e comercialização de medicamentos e gêneros alimentícios, tais como farmácias, supermercados e mercados;

    — funerários;

    — captação e tratamento de esgoto e lixo;

    — telecomunicações;

    — processamento de dados ligados a serviços essenciais;

    — segurança privada;

    — imprensa.

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