nsc
    nsc

    INFRAESTRUTURA VIÁRIA

    Ministério Público vai investigar paralisação de obras no prolongamento da Via Expressa

    Compartilhe

    Por Pancho
    24/07/2019 - 08h44
    Obra está parada desde setembro de 2017
    Obra está parada desde setembro de 2017. Foto: Patrick Rodrigues, BD, 17/08/2018

    O Ministério Público de Santa Catarina abriu um inquérito civil para investigar o fato que gerou a paralisação das obras de prolongamento da Via Expressa, em Blumenau, por quase dois anos. Segundo o governo do Estado houve um impasse na medição da quantidade de rochas retiradas do primeiro trecho de 1,8 quilômetro, entre a BR-470 e a Rua Guilherme Scharf.

    O titular da 14ª Promotoria de Justiça, Gustavo Mereles Ruiz Diaz, quer ouvir representantes da empresa, do governo, além de ter acesso ao estudo que foi providenciado para análise dos engenheiros do Ministério Público. A medição de referência foi providenciada pelo governo do Estado justamente por causa do impasse gerado

    Obras seguem paradas

    Sobre as obras propriamente ditas, não há novidades em relação à possível retomada dos trabalhos no local. Há algumas semanas o secretário de Estado da Infraestrutura, Carlos Hassler, disse aqui em Blumenau que aguardava a revisão da planilha de custos para então assinar ou não a ordem de serviço. O material ainda está em análise. O diretor de Transportes da secretaria, Ivan Amaral, prevê o reinício na primeira quinzena de agosto.

    Viaduto sobre a BR-470

    Se há uma boa notícia nessa obra é o fato de o governo estadual ter assumido a responsabilidade pela execução da duplicação do viaduto que passa sobre a BR-470 e liga a parte existente da Via Expressa com a parte que começou a ser aberta. Até então, havia o entendimento de que a União deveria incluir a obra na duplicação da BR-470.

    Segundo Amaral, será usado o projeto elaborado pela prefeitura de Blumenau, que já está no DNIT para aprovação. O único problema é a desapropriação de terras necessárias para construir a ampliação do viaduto. O financiamento não prevê dinheiro para isso e o Estado terá que arcar com mais essa despesa. Como o dinheiro é escasso, deve demorar.

    Deixe seu comentário:

    Últimas do colunista

    Loading...

    Mais colunistas

      Mais colunistas