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Tratamento de esgoto

Novo diretor da BRK intensifica combate ao mau cheiro no Garcia e Jardim Blumenau

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Por Pancho
17/11/2019 - 11h16
Cleber da Silva, diretor da BRK Ambiental em Blumenau
Cleber da Silva, diretor da BRK Ambiental em Blumenau, vistoria tanque da ETE Garcia. Foto: Pancho

O retorno do executivo Cleber da Silva como diretor operacional da BRK Ambiental em Blumenau já deu uma mexida na operação da empresa responsável pela instalação e gestão do sistema de esgoto da cidade. A sede migrou da estação de tratamento de esgoto do bairro Fortaleza para a estação de tratamento do Garcia.

Um dos objetivos, segundo Cleber, é fazer com que a diretoria sinta na pele — ou melhor, no nariz — o odor forte que porventura possa surgir durante a operação. Com isso ele espera resolver com mais velocidade eventuais problemas.

No ano passado a reforma de um dos tanques da estação de tratamento do Garcia gerou desconforto entre os vizinhos de bairro e do Jardim Blumenau, no outro lado do ribeirão Garcia. O mau cheiro era tanto que o Ministério Público abriu inquérito para apurar o problema. Um grupo técnico foi formado para acompanhar os trabalhos. Segundo o diretor da BRK, a emissão de gases já voltou a níveis normais, mas outras medidas estão sendo providenciadas para diminuir ainda mais — ou quem sabe acabar — com os episódios de mau cheiro.

Filtros naturais

Duas antigas casas de madeira que servem de depósito darão lugar a mais dois filtros de gases, instalação que deve ocorrer nos próximos meses. Além disso, a BRK deve plantar árvores e trepadeiras na margem direita do ribeirão Garcia, junto à estação de tratamento. O objetivo é criar uma espécie de barreira natural que ajudará a impedir a propagação de gases, além de privar os moradores da visão da estrutura.

Segurança nas ruas

De 25 a 29 de novembro a BRK Ambiental vai reunir em Blumenau 60 dirigentes de todo o Brasil para um treinamento sobre segurança. Técnicos da Brooksfield, grupo canadense que controla a BRK Ambiental, virão para ajudar as operações em campo mais seguras. A ideia é criar verdadeiras barreiras quando houver frente de trabalho nas ruas a fim de evitar danos maiores em caso de acidentes.

É o tipo de treinamento que poderia ser estendido a todas as empresas e concessionárias que trabalham na rua. Quantas vezes vemos escadas apoiadas na faixa de rolamento “protegidas” apenas por um cone.

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