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    Transporte coletivo

    Audiência pública marca início da nova revisão da tarifa de ônibus de Blumenau

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    Por Pedro Machado
    20/09/2018 - 16h16 - Atualizada em: 21/09/2018 - 17h59
    Foto: Patrick Rodrigues

    A Agência Intermunicipal de Regulação, Controle e Fiscalização de Serviços Públicos Municipais do Médio Vale do Itajaí (Agir) marcou audiência pública para o dia 15 de outubro. Vai analisar um relatório que será utilizado como base para a revisão da tarifa do transporte coletivo de Blumenau. Por contrato, o preço da passagem sempre é reavaliado no início de dezembro.

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    O documento também contém sugestões de mudanças no sistema colhidas de usuários de ônibus durante consulta pública realizada no mês passado. O encontro será no auditório da Associação dos Municípios do Médio Vale do Itajaí (Ammv), que fica na Rua Alberto Stein, a partir das 13h30min.

    O trabalho foi pautado em quatro eixos relacionados ao serviço: frota, operação, aspectos jurídicos e aspectos econômico-financeiros. Muitas das sugestões feitas pela população não foram incluídas no relatório final porque tratam de questões não previstas em contrato.

    Uma das reivindicações, a implantação de piso baixo nos coletivos, por exemplo, não foi contemplada pelo edital. A mudança exigiria aditivo contratual. Já a implantação de ar-condicionado nos veículos, outra demanda frequente, dependeria de uma fonte de financiamento subsidiada para não impactar no preço da passagem.

    As contribuições que não foram incluídas no relatório serão encaminhadas, via ouvidoria, às autoridades responsáveis pelo transporte coletivo de Blumenau para que possam ser consideradas junto ao planejamento e acompanhamento do contrato de concessão.

    Aliás

    A Blumob entende que a tarifa mais justa para manter o equilíbrio financeiro do sistema, hoje, deveria ser de R$ 4,10, e não de R$ 4,05.

    Atualização das às 18h58min de 21/9/2018:

    Diretor da Blumob, Maurício Garroti, enviou consideração sobre o texto ao blog. Alega que não é a empresa que entende que a tarifa deveria ser de R$ 4,10, acrescentando que o valor segue premissas técnicas, econômicas e contratuais no fluxo de caixa. Disse ainda:

    "A decisão da Agir do ano passado já recalculou e confirmou tarifa de R$ 4,10, mas concedeu apenas R$ 4,05 para que se estudassem medidas para compensar esta diferença, pensando na modicidade tarifária. Foi este o foco da comissão mista, cujos resultados são temas da audiência. Assim, nós temos um déficit comprovado desde dezembro de 2017. Infelizmente, de maneira geral, ainda não há correto entendimento do contrato, fluxo e regras desta nova concessão, pioneira em seu formato."

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