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    Agora é com os prefeitos

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    Por Renato Igor
    31/05/2020 - 07h17 - Atualizada em: 31/05/2020 - 08h38
    Prefeitos catarinenses em videoconferência ( Foto: Fecam/ Divulgação)
    Prefeitos catarinenses em videoconferência ( Foto: Fecam/ Divulgação)

    Santa Catarina entra em uma nova fase a partir de junho no enfrentamento à pandemia do novo coronavírus. Com a criação de parâmetros com quatro níveis de risco e a subdivisão em 16 microrregiões, a decisão final será dos prefeitos.

    O modelo adotado por SC é semelhante ao aplicado, com bons resultados, no Rio Grande do Sul. Temos quase cem municípios sem nenhum caso confirmado de Covid-19 e tampouco houve aumento significativo no número de doentes nestas cidades, o que poderia apontar subnotificação.

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    É claro que podem e devem existir nestes municípios muitos casos de pessoas que estão com o vírus, são assintomáticos e vetores de transmissão. Mas os indicadores locais de contágio, taxa de transmissibilidade, número de óbitos e disponibilidade de leitos servirão para a tomada decisão pelo gestor local, atendendo os parâmetros estabelecidos pelo Estado.

    Demorou para Santa Catarina adotar esse modelo. Mas, enfim, ele veio. Como ponderação pela demora, o fato positivo é que as medidas restritivas para todo o estado, inicialmente, talvez expliquem, entre outros fatores, os bons resultados obtidos em Santa Catarina na comparação com o restante do país.

    Se no início do isolamento social houve tentativa de algumas prefeituras em liberar algumas atividades, contrariando o decreto estadual, agora, não há mais restrição. O governo estadual vai dar a ferramenta com indicadores e parâmetros, mas a decisão será dos prefeitos. A responsabilidade é compartilhada.

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    É o correto e para dar certo será fundamental que haja a integração regional. As prefeituras das microrregiões precisarão estar absolutamente integradas em suas ações de controle sanitário.

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