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    Avaí: 2020 é logo ali

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    Roberto
    Por Roberto Alves
    19/11/2019 - 11h18 - Atualizada em: 19/11/2019 - 11h39
    Avaí x Cruzeiro
    Foto: Mourão Panda/Ofotográfico/Folhapress

    Agora é oficial. Faltando ainda cinco jogos, o Avaí já caiu para a Série B do Campeonato Brasileiro. Encontrar culpados não é o caso mas vale uma reflexão do que foi feito este ano na Ressacada.

    E não é novidade para o torcedor que o Avaí não se preparou para a Série A. O titulo estadual talvez tenha feito mal. A obsessão por sanear financeiramente o clube fez com que a diretoria ignorasse sua matéria prima original, que é o futebol.

    Erro na montagem

    O Avaí contratou 20 jogadores depois da conquista do estadual. Ocorre que o único que veio e deu algum recado foi o paraguaio Richard Franco, contestado por um segmento da torcida.

    Os demais passaram pela ressacada. Faltou, na verdade, três ou quatro nomes que viessem para resolver e não apenas compor o grupo. Isso não aconteceu. Contrataram quantidade e não qualidade.

    Faz parte

    Battistotti
    (Foto: )

    Já diz o ditado: quem está na chuva, é para se molhar.

    Todos sabem que o nível da Série A é bem diferente das demais competições. Se você não se preparar à altura, dança. Aconteceu com o Avaí.

    Mas quem disse que a Série B não é também uma boa competição? Mas também na segunda divisão é preciso ser competitivo com acréscimo de alguma qualidade. É isso que o Avaí precisa entender.

    Abrir o cofre do clube, agora que as coisas estão controladas, é necessário. Mas não é só isso. É importante ter projeto, objetivos, conhecimento e visão do futebol como um todo.

    São quatro clubes que anualmente descem para a Série B. Não há novidade. O que se questiona é o olhar que a direção do clube deu ao futebol.

    Talvez a administração presidencialista por excelência com decisões unilateral, pouco diálogo, tenha ajudado a levar o clube a um ano difícil dentro das quatro linhas.

    Confraternização

    Varrynxuga x Moon
    (Foto: )

    Moon x Varrynxhuga, equipes amadoras criadas nos anos 80 dentro do Colégio Catarinense, de Florianópolis, se encontraram para uma confraternização no último fim de semana.

    Ex-alunos e atletas participaram do encontro na sede da família Carioni, no bairro Trindade. Luiz Fernando Flores Filo, o Chôcho foi o grande organizador do evento.

    No registro, o comendador e técnico de futsal Valci Moreira, Hugo, Vanderlei e Chôcho. Em 2020 o encontro completará 40 anos.

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