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    Por Roberto Alves
    06/11/2019 - 14h19 - Atualizada em: 06/11/2019 - 14h23

    A pergunta básica de todos os dias com relação à performance do futebol catarinense.

    Fazer o que?

    O Figueirense joga em casa, precisando de uma vitória contra um adversário teoricamente mais fraco, e nada.

    O futebol que jogou contra o Vila Nova  não nos permite acreditar que o clube possa sair da situação em que se encontra na tabela.

    Pessoalmente, acho que é o alvinegro da Capital o time que tem as melhores chances de escapar do rebaixamento. Até acho que isso vai acontecer. Mas não jogando a bola que jogou contra o Vila Nova.

    O time

    Então ficamos a questionar: que time é esse do Figueirense?

    Não precisa uma analise muito profunda para se chegar à conclusão de que o time tem profunda limitação técnica. Até a defesa, que era o ponto alto, está em queda. Não há meio de campo; até hoje ainda não há um meia armador e por isso o ataque não acontece.  

    Mas, ainda assim, pode escapar? Acho que sim.

    De que forma?

    O Campeonato

    Betinho, do Figueirense
    Betinho volta a campo nesta sexta, contra o Coritiba
    (Foto: )

    Esta Série B de 2019 é uma das mais equilibradas e tecnicamente fracas.

    Sem tirar o mérito de quem está na zona de acesso, mas a competição deixa a desejar com os altos e baixos e resultados surpreendentes. E Santa Catarina, que brigaria pelo acesso com dois representantes, é uma das decepções da Série B.

    A tabela favorece o Figueirense. Ainda tem cinco jogos, dos quais três em casa contra Coritiba, Cuiabá e Operário.

    Fora, viaja para jogar contra a Ponte Preta e CRB. Jogos muito possíveis do resultado desde que jogue algum futebol. Será que dos 15 pontos a serem disputados - 9 em casa e 6 fora, o alvinegro não consegue nove?

    Na verdade, a bola que o time está jogando realmente não nos faz acreditar. Mas com o pensamento "jogo após jogo" e um pouquinho de vontade, dá para chegar.

    A volta de Betinho no jogo de sexta-feira contra o Coritiba já acrescenta e passa um pouco de esperança.

    Não ganha, mas ajuda

    Torcida do Figueirense
    (Foto: )

    A torcida do Figueirense foi em número apenas razoável ao jogo da noite de terça-feira contra o Vila Nova. Claro que bem menos que o público foi menor em relação aos jogos anteriores contra o Bragantino e o Criciúma.

    Foram mais de cinco mil ao estádio Orlando Scarpelli e todos saíram frustrados.

    Vem aí uma nova decisão de Copa do Mundo nesta sexta contra o Coritiba. É mais jogo, cresce a importância e a torcida, será que vai? Claro que sim. A energia da arquibancada é fundamental em campo.

    Pintado

    Técnico Pintado, do Figueirense
    Chico Lins entrevista Márcio Coelho (esq.) e o técnico Pintado (dir.)
    (Foto: )

    O técnico Pintado, do Figueirense, sabe das dificuldades que tem pela frente e continua com discurso público de incentivo ao grupo.

    Acreditar sempre é a palavra de ordem.

    Viu um time abaixo do que pode e deve fazer no jogo contra o Vila Nova.

    Com a volta de Betinho e Rafael Marques contra o Coritiba, o treinador acredita em um acréscimo na qualidade do time. Suas entrevistas espelham o cuidado que tem em não jogar a toalha, evitando execrar o seu grupo publicamente.

    No fundo, sabe que está difícil.

    O Criciúma

    Com 31 pontos e acumulando mais uma derrota nesta terça-feira, o Criciúma parece enfrentar o momento mais difícil na Série B deste ano.

    Também com cinco jogos pela frente e um futebol confuso, o Tigre precisa de um pouco mais. No mínimo 12 pontos dos 15 disputados; para assim chegar a 43. Número que não garante a permanência.

    O ideal seria ganhar quatro e pelo menos empatar uma para chegar a 44 pontos.

    O tricolor recebe o Londrina e o Paraná Clube; viaja para enfrentar Sport, Bragantino e Oeste. Situação delicada.

    Moção de aplausos

    Moção de Aplausos
    Júnior Moresco (dir.) com o vereador Ângelo Ramos (esq.), autor da proposição de homenagem.
    (Foto: )

    Junior Moresco, por muitos anos diretor técnico da Federação Catarinense de Futebol ao tempo de Delfim Peixoto Filho, realiza um bom trabalho na liga de Biguaçu e por conta disso recebeu uma homenagem na câmara municipal da cidade na noite de terça-feira.

    Por proposição do vereador Ângelo Ramos, recebeu uma moção de aplausos pelo trabalho que realiza, desenvolvendo o esporte no município.

    E o Avai?

    Cumpre tabela nesta quarta feira contra o Santos.

    Não há mais o que tirar do time. Louve-se o trabalho da gestão no setor financeiro; o que não se pode dizer sobre o futebol.

    Segundo o técnico Evando, o trabalho para 2020 já começou. Talvez até com algum atraso.

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    Roberto Alves

    Colunista

    Roberto Alves

    Referência por resgatar a memória do Esporte catarinense, fatos do dia a dia e pitorescos, misturando bom humor e seriedade na dose certa.

    siga Roberto Alves

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