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    ESPORTES

    Em tempo de férias forçadas?

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    Roberto
    Por Roberto Alves
    26/03/2020 - 12h22
    Home Ofiice
    Em casa. (Foto: Arquivo Pessoal)

    Estamos como todos no isolamento total. O que fazer. Pessoalmente não tenho problema porque gosto de ficar em casa no dia a dia da vida. Me satisfaz ouvir 24h a CBN Diário, ver a NSC TV (televisor ligado permanentemente), me atualizar nos canais digitais da internet, enfim, informação de qualidade para saber o que está acontecendo.

    ​Em página especial, saiba tudo sobre coronavírus

    Na sobra de um tempinho, um bom filme (limite da traição, indicação pode ser?) uma série de ação ou um drama (Dilema, sugestão) bem produzido, há o que fazer além de um bom livro. Estou lendo as histórias saborosas dos médicos, Murilo Capella, Henrique Packter e Francisco Baptista Neto. A vivencia do médico inclusive na sala cirúrgica ou no divã.

    Ocupação

    Profissionalmente estamos a disposição da empresa para com equipe especial (som de qualidade) entrarmos a qualquer momento no ar, rádio ou televisão. Nossa revista DC do fim de semana continua editada normalmente com a participações dos profissionais da casa.

    Mesmo em casa (Home Office)], teria aumentado a nossa participação no dia a dia da informação? Não, o jornalista não tem domingo, feriado, dia santo, natal, primeiro do ano ou sexta-feira da paixão. Todos os dias são dias de trabalho e se escolhemos esta atividade como profissão, estamos felizes por poder contribuir no momento da orientação ao público em casos específicos como o coronavírus.

    O Esporte

    Nossa preocupação, além de todas as outras que estão expostas, é com os clubes que compõe o futebol brasileiro. Se a situação financeira de quase todos já era complicada, imagina com a paralisação. As reuniões através de videoconferência dos dirigentes tenta solucionar parcialmente a situação dos clubes mas naturalmente vai castigar o atleta.

    Uma discussão forte já começou sobre a diminuição do salário. Não há como se entender neste momento. Se o clube não tem receita, o atleta tem seus compromissos. Os dois em situação delicada. E não só  no esporte isso está acontecendo.

    Cancelamento

    tênis.
    Guga.
    (Foto: )

    O esporte parou literalmente este ano. Não acredito na volta das atividades. Não que seja pessimista demais. Se analisarmos bem o atual quadro mundial do coronavírus veremos dentro de um realismo necessário que não sobra para o esporte e sim para a recuperação da economia mundial.

    Claro que a volta da atividade esportiva ajudaria muito a recuperação dos países, mas a prioridade de vida terá maior relevância. O último evento a ser cancelado até o fim de semana será Wimbledon em Londres.

    Nossos times

    Com a paralisação do estadual, os jogadores treinam como podem. No caso apenas uma corrida matinal. Aliás, no Debate Diário desta quinta-feira (26), vamos ouvir o preparador  físico do Figueirense, Betinho Cabral, pra saber a quantas andas o elenco alvinegro.

    Em todo estado é o que está ocorrendo. Alguns até se exercitam em casa o que não é a mesma coisa. Criatividade é o que precisa neste momento. A volta do futebol quando ocorrer terá que ter obrigatoriamente uma mini pré temporada. Mas como? E o calendário? Tá difícil. A vida em primeiro lugar.

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