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    FCF está no banco e presidente foi contra o aumento de clubes na estadual de 2021

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    Por Roberto Alves
    24/12/2019 - 19h55 - Atualizada em: 24/12/2019 - 20h01
    Debate Diário
    Rubens Angelotti (no meio, de branco) no Debate Diário da CBN (Foto: CBN Diário)

    Como faz todos os anos, o presidente da FCF, Rubens Renato Angelotti, fez um balanço das atividades do ano no futebol catarinense no Debate Diário desta terça-feira (24).

    Mostrando bom conhecimento da atual situação do futebol estadual e mantendo a política do bom relacionamento com a CBF, Rubinho foi transparente ao confessar que a Federação chega financeiramente muito mal neste final do ano.

    Já está prevista a demissão de alguns funcionários para equilibrar a folha salarial no principio de janeiro.

    Para cobrir a folha nos últimos meses do ano a entidade teve que pedir socorro ao banco com empréstimo a partir de outubro.

    Angelotti também foi contra a atual fórmula de disputa do estadual aprovada para 2020 e igualmente ao acréscimo de mais dois clubes em 2021. Entende que ainda não era o momento e que poderemos ter dificuldades em relação a datas do calendário da CBF.

    Presidente também falou do processo que a família do ex-presidente Delfim Peixoto Filho impetrou contra a Federação pedindo uma indenização de R$ 20 milhões sob alegação de que ele era funcionário da entidade. Depois de duas audiências o processo para uma decisão final com o juiz da comarca de Balneário Camboriú.

    Angelotti defendeu-se de algumas acusações segundo as quais ele poderia ter atuado com um pouco mais de contundência para ajudar os clubes no campeonato brasileiro.

    O presidente não sabe o que poderia ter feito mais e o que faria Delfim Peixoto se estivesse ainda no comando do futebol. “Os clubes sabem que fui até onde podia”.

    Outros assuntos também foram objeto do papo no Debate Diário com o presidente da FCF, como a situação do Figueirense, o W.O., a queda do Criciúma para a Série C e a situação da federação que perdeu uma posição no ranking nacional das federações e a perda de uma vaga na Copa do Brasil, isso tudo por conta da queda de Avaí e Chapecoense.

    Para ficar mais perto do comando do futebol o presidente da FCF transferiu sua residência de Criciúma para o Balneário Camboriú, onde está sede da entidade.

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