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Aumento de voos é mais urgente do que a privatização do Aeroporto de Joinville

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Por Saavedra
19/03/2019 - 10h03 - Atualizada em: 19/03/2019 - 10h47

A necessidade de ampliação de voos é encarada como mais urgente do que a privatização do Aeroporto de Joinville, embora a concessão à iniciativa privada tenha aval de empresários. Com movimentação em torno de 500 mil passageiros por ano, o terminal tem capacidade para atender até 1,3 milhão de pessoas anualmente. Ou seja, tem estrutura para a demanda. O presidente da Acij, João Martinelli, alega que Joinville já está defasada em voos e a situação pode se agravar ainda mais se uma escala for eliminada no mês que vem. “Joinville está com carência de voos e estamos fazendo um trabalho com a Prefeitura para atrair mais horários”, diz Martinelli. O dirigente empresarial até aponta que a concessão poderá dar à empresa que vier a administrar mais poder de barganha – afinal, será gestora de um conjunto de terminais – para atrair mais escalas. Mas ainda é uma possibilidade, não exatamente uma garantia. “A questão não é se é administrado pela Infraero ou é privado, e sim a falta de voos”, alega.

Agosto de 2020

O terminal faz parte do bloco Sul, um conjunto de nove aeroportos (Navegantes também está na lista) incluídos no edital de chamamento público publicado ontem pelo Ministério da Infraestrutura. O convite é aberto aos interessados em apresentar estudos técnicos sobre o modelo a ser adotado na concessão dos aeroportos hoje administrados pela Infraero. O governo federal pretende fazer o leilão do bloco Sul até agosto do ano que vem.  

Que incentivo?

Um tema importante na revitalização do Centro de Joinville é o incentivo à preservação do patrimônio histórico: o desconto no IPTU e a possibilidade de participação em editais culturais não têm sido suficiente para garantir a manutenção de todos os imóveis tombados ou com interesse de preservação. Lei de 2011 daria essa possibilidade, com mais incentivos fiscais, mas jamais foi regulamentada. Nem vai ser.

 

Cosip

O grupo de vereadores que não faz parte da base governista na Câmara de Joinville quer fazer reunião pública para discussão dos “impactos sociais e econômicos” da base de cálculo da Cosip.

 

Alteração

O requerimento está em análise. A Prefeitura já adiantou que pretende modificar o cálculo da contribuição, em atendimento de pedido da base.

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Jefferson Saavedra traz análises e notícias exclusivas dos assuntos mais relevantes do Norte catarinense, com foco nos bastidores de todos os temas que envolvem especialmente Joinville e região, como política, segurança, mobilidade, saúde e educação.

jefferson.saavedra@somosnsc.com.br

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