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    R$ 100 milhões

    Como será a liberação dos recursos para pavimentação em Joinville

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    Saavedra
    Por Saavedra
    09/08/2019 - 11h00
    (Foto: Salmo Duarte)

    O empréstimo de R$ 100 milhões para pavimentação prevê liberações de recursos entre 2019 e 2021. Mas como o contrato da Prefeitura de Joinville com o Banco do Brasil será assinado agora e depois será preciso preparar os editais, o dinheiro começará a ser usado somente a partir do ano que vem, com chance de continuar até 2022. 

    Portanto, a fatia que ficará para o próximo governo executar deverá ser maior. E será também a partir de 2021, já na nova administração, que o pagamento começa em montantes maiores. Em 2019 e 2020, serão pagos apenas juros e encargos. De 2021 até 2029, começa a ser pago o principal. 

    No caso do empréstimo de R$ 61,1 milhões, também com o BB e execução, a amortização começou em 2019 e se estende até 2026. Há outro pedido de financiamento, este junto à Caixa, de R$ 100 milhões. Mas nesse caso não deverá ir adiante. 

    Sobre os quatis

    Equipe de educação ambiental do Instituto do Meio Ambiente (IMA) está percorrendo escolas e CEIs de Joinville para passar informações aos estudantes sobre os quatis. A PM, Prefeitura e Câmara estão participando. Unidades escolares dos bairros Petrópolis, Floresta, Itaum e Aventureiro foram visitadas.

    São locais onde os quatis apareceram em áreas urbanas. Uma das recomendações é de que os animais não devem ser alimentados. 

    O que mudou?

    Fabio Dalonso (PSD) está surpreso com Roque Mattei (MDB). Quando foi vetado pela Prefeitura de Joinville o projeto sobre painel com informações sobre as escolas, incluindo o resultado no Ideb, o autor, Dalonso, nem tentou derrubar o veto porque ouviu as alegações de Roque, então secretário de Educação, que não concordava com a instalação das placas. Para a surpresa de Dalonso, agora Roque apresenta na Câmara proposta com conteúdo semelhante. 

    Alegações de Carlito

    Em documento entregue aos vereadores de Joinville nesta semana, o ex-prefeito Carlito Merss (PT) apresentou suas justificativas sobre a recomendação do TCE de rejeição das contas em 2012, último ano de seu mandato, por causa do déficit financeiro. Carlito lembrou que investimentos programados para aquele ano com recursos federais e estaduais não foram realizados porque não foi feito repasse. As obras do rio Mathias e da nova estação de esgoto do Jarivatuba são exemplos.

    Carlito lembrou também que houve redução do gasto proporcional com pessoal em seu governo e os investimentos em saúde e educação ficaram acima da determinação legal. O ex-prefeito citou contas de outros municípios, aprovadas mesmo com déficit na execução orçamentária. Para o parecer do TCE ser derrubado, Carlito precisa do voto de dois terços dos vereadores, ou seja, 13 dos 19 votos. Não há data definida para a votação.

    As apresentações

    Na justificativa do veto da Prefeitura de Joinville ao projeto aprovado pelos vereadores para disciplinar as apresentações nas ruas, foram citadas reclamações ao Detrans sobre exibições em semáforos que atrapalham o trânsito. Foram feitas queixas inclusive de objetos usados pelos artistas de rua que teriam caído sobre veículos. Para o Executivo, as apresentações teriam de contar com local próprio. 

    Possível

    Terreno no Itinga pode ser o destino de moradores de área da zona Sul alvo de ação do Ministério Público Federal há mais de duas décadas. Decisão da Justiça Federal, em fase de execução, determinou a recuperação ambiental da área formada por aterro retirado do rio Itaum em desassoreamento feito em 1997. A medida inclui a realocação de moradores. Ainda não há data para a mudança.

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