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Política

Impasse na Câmara deve ser resolvido na segunda-feira em Joinville

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Por Saavedra
09/02/2019 - 05h00 - Atualizada em: 09/02/2019 - 05h00
Câmara de Vereadores de Joinville
(Foto: )

Foi uma semana completamente atípica em qualquer início de ano da história da Câmara de Vereadores de Joinville, mas atividades devem ser retomadas na segunda-feira. É quando, finalmente, a primeira sessão ordinária de 2019 deve ser concluída, com a formação das comissões permanentes.

A disputa por vagas nas principais comissões levou a discussões, a suspensão e, por fim, à obstrução da primeira sessão. As negociações foram ocorrendo nos bastidores. A comissão de urbanismo e a comissão de finanças devem ter os vereadores do PR, PSC, SD, PSB e PSDB como maioria (três dos cinco integrantes). 

Os vereadores do MDB e do PDT – que compõem a base do governo – terão maioria na comissão de legislação, considerada a mais importante. Eles também devem ter maioria em todas as outras cinco comissões permanentes.

Além disso, é possível que ainda fiquem com a presidência da comissão de urbanismo – outra formação seria Jaime Evaristo (PSC) e o Ninfo König (PSB) assumirem a presidência de urbanismo e finanças. Os vereadores Maurício Peixer (PR) e Richard Harrison (MDB) lideram as negociações. 

O vereador Fábio Dalonso (PSD), que é minoria (como Ana Rita, do PROS, e James Schroeder, do PDT, que já fazem parte da mesa diretora e não podem entrar nas comissões) não se envolveu, mas está tranquilo: a expectativa é integrar as três comissões principais.

Decisão no partido

A atitude do vereador Pelé (PR), que não aceitou participar do bloco formado por Maurício Peixer, líder da bancada e presidente do diretório municipal do PR, foi resolvida em votação dentro do partido. Com sete votos contra cinco, Pelé recebeu permissão de não se posicionar como “independente” – palavra escolhida pelo bloco por afirmarem que não serão oposição – mas o PR permanece no bloco parlamentar, garantindo maioria de dez contra nove na Câmara.

Correção

Ao contrário do que a coluna afirmou na quarta-feira, os consultores jurídicos da Câmara não analisaram que a participação do PR sem concordância dos dois vereadores era inconstitucional. A avaliação era que havia amparo jurídico em ambas situações e cabia ao Plenário votar para decidir. No fim, a resolução ficou a cargo do partido, como foi informado ao lado. 

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