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    Para Coronel Armando, demissão no porto de São Francisco foi retaliação

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    Saavedra
    Por Saavedra
    03/11/2019 - 15h34 - Atualizada em: 03/11/2019 - 15h36
    foto mostra o porto de são francisco do sul
    (Salmo Duarte, Arquivo AN)

    Coronel Armando (PSL) considera como uma retaliação a exoneração de João Batista Furtado da direção do porto de São Francisco do Sul. Para o deputado federal, a posição de alinhamento dele ao presidente Jair Bolsonaro, e não ao presidente nacional do PSL, Luciano Bivar, motivou a saída de seu indicado da presidência do terminal: o governador Carlos Moisés e o deputado Fábio Schiochet estariam mais próximos de Bivar.

    — O desempenho dele (João Batista) como presidente do porto de São Francisco do Sul pode ser mensurado pelos resultados alcançados — diz o deputado — A exoneração faz parte de um movimento para fortalecer os deputados que estão alinhados ao governador — emenda.

    Em outra observação feita à coluna, Armando alegou que o futuro presidente do porto será indicação de Schiochet, deputado federal e também presidente estadual do PSL.

    A saída de Furtado do porto foi comunicada pela SCPar ao ex-presidente por telefone, segundo Armando. Ele era comissionado e estava no posto desde março deste ano. Até agora, não houve manifestação oficial da SCPar sobre o caso. A exoneração não foi publicada ainda no Diário Oficial do Estado.

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