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Plano de Mobilidade de Joinville não será atendido no tempo previsto

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Por Saavedra
04/12/2018 - 19h00 - Atualizada em: 04/12/2018 - 19h00
ciclovia
(Foto: )

A revisão do Plano de Mobilidade de Joinville, com mais prazo para que seja alcançada a meta de 730 quilômetros de vias para bicicletas, está prevista desde o ano passado, mas ainda não tem data para ser feita. A quilometragem a ser inicialmente atingida até 2025 incluía ciclovias, ciclofaixas, ciclorrotas, entre outros modelos.

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Mas como hoje Joinville não chega a contar com 200 kms de vias para as bikes, é evidente que o plano não será atendido. Há até uma explicação respeitosa da prefeitura em relação à meta, de que quando foi decidida, em 2015, não se sabia que viria uma crise econômica pela frente. Com crise ou sem crise, os 730 km eram improváveis.

 

Apoio a Tânia

Udo Döhler está defendendo veementemente a permanência de Tânia Harada na Delegacia Regional de Joinville. O prefeito de Joinville cita as melhorias nos indicadores na segurança pública e aponta o trabalho da delegada e sua equipe como importante.

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– Seria um equívoco não se manifestar agora, a comunidade quer a permanência dela – diz Udo, citando o apoio de entidades empresariais, da Comissão da Mulher Advogada da OAB, entre outras, a favor de Tânia. 

 

Na câmara

A Câmara de Vereadores aprovou ontem moção a ser enviada a Carlos Moisés solicitando a recondução de Tânia Harada no cargo de delegada regional. A moção inicialmente foi de autoria do presidente do Legislativo e deputado estadual eleito, Fernando Krelling (MDB), mas teve assinatura dos demais vereadores.

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A delegada, que havia acabado de apresentar dados sobre a Polícia Civil aos vereadores, estava presente.

 

Ação das fraldas

O Tribunal de Justiça aceitou a argumentação em recurso da Defensoria Pública do Estado de Santa Catarina e elevou a faixa de renda do público a ser atendido em decisão judicial sobre o fornecimento de fraldas geriátricas pela Prefeitura de Joinville. Em liminar concedida em primeira instância em 2016, em ação da Defensoria, foi determinada a oferta das fraldas para pessoas com mais de 60 anos de idade e renda até dois salários mínimos.

 

Até três salários mínimos

No recurso apresentado pelo defensor Djoni Benedete, de Joinville, o TJ ampliou o teto para renda de até três salários. Para atender a crescente demanda de fraldas, além da economia prevista, a Secretaria de Saúde de Joinville está preparando a produção dentro da Penitenciária Industrial, com uso da mão de obra interna. 

 

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Jefferson Saavedra traz análises e notícias exclusivas dos assuntos mais relevantes do Norte catarinense, com foco nos bastidores de todos os temas que envolvem especialmente Joinville e região, como política, segurança, mobilidade, saúde e educação.

jefferson.saavedra@somosnsc.com.br

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