O sistema de cobrança de pedágios em rodovias do Chile vai motivar missão da Fiesc, em março. O objetivo da entidade empresarial é buscar subsídios para o debate sobre o futuro das rodovias em Santa Catarina, em especial sobre as tecnologias free-flow, conforme o presidente da federação, Mario Cezar de Aguiar. Pelo sistema de “livre passagem”, defendido pela Fiesc desde a década passada, o pagamento do pedágio é pela quilometragem percorrida, com cobrança por meio de tags, dispositivos instalados nos veículos detectados por pórticos instalados ao longo da estrada concedida. Os subsídios serão trazidos para a discussão em futuros contratos de concessão.

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O modelo é defendido pela Fiesc porque deixa a cobrança mais equilibrada, com pagamento apenas pelo trecho percorrido. Atualmente, um usuário que cruza a praça de pedágio paga o valor integral da tarifa, independentemente da distância percorrida. Além disso, parte dos motoristas não paga o pedágio porque utilizam trechos sem praças. Seria um pedágio mais “justo”.

No ano passado, uma equipe do Ministério dos Transportes esteve no Chile para conferir o uso tecnologia free-flow, utilizada no país há anos. O sistema está em estudo pelo ministério para futuras concessões no Brasil. No Chile, 86% dos veículos contam com tag, o dispositivo para cobrança eletrônica. A Fiesc vai conhecer também os modelos de concessão das rodovias.

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