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Análise

Governar sem base vale a tentativa, mas Moisés terá que se acostumar a derrotas pontuais

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Por Upiara Boschi
12/04/2019 - 08h00 - Atualizada em: 12/04/2019 - 08h00
Foto: Rodolfo Espíndola, Agência AL/Divulgação
Foto: Rodolfo Espíndola, Agência AL/Divulgação

Na terça-feira o governador Carlos Moisés (PSL) voltou a dizer que a Assembleia Legislativa é a menor de suas preocupações - no sentido de formar uma base parlamentar para aprovar os projetos do governo. No dia seguinte, os deputados rejeitaram os vetos do governador ao orçamento, em especial a destinação de 10% do Fundo Estadual de Saúde para os hospitais filantrópicos e o pagamento das emendas impositivas herdadas da governo Eduardo Pinho Moreira (MDB).

Moisés tenta criar uma relação nova com a Alesc. Fala com todos os parlamentares e espera que as discussões possam ser pontuais, sem necessidade de um time coeso para defendê-lo. Considerando que nos últimos governos a manutenção de amplas bases parlamentares tornou-se um fim em si mesmo - criava-se uma ampla coalizão para permitir reformas que não saíam porque desagradavam setores da ampla coalizão - a tentativa é válida. Mas Moisés terá que se acostumar aos solavancos. E a derrotas pontuais.

Vetos vão medir real tamanho da base de Moisés

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