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    Merisio defende eleição direta em caso de impeachment de Moisés e Daniela

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    Por Upiara Boschi
    24/07/2020 - 16h13 - Atualizada em: 24/07/2020 - 16h14
    Ex-deputado foi derrotado por Moisés nas eleições de 2018
    Ex-deputado foi derrotado por Moisés nas eleições de 2018 (Foto: Solon Soares, Agência AL/Divulgação)

    Segundo colocado nas eleições para governador em 2018, o ex-deputado estadual Gelson Merisio (PSDB) foi às redes sociais se manifestar sobre o pedido de impeachment contra o governador Carlos Moisés (PSL), que o derrotou naquela disputa. A manifestação do ex-pessedista, agora tucano, se restringiu à possibilidade de realização de novas eleições caso haja a cassação do governador e da vice-governadora Daniela Reinehr (sem partido).

    Merisio defende que caso seja realizado o impeachment, a sucessão seja feita por voto direto e não pela Assembleia Legislativa. A legislação nova eleição caso governador e vice sejam impedidos nos dois primeiros anos de mandato e disputa indireta - votariam apenas os 40 deputados - caso aconteça nos dois anos seguintes. Assim, para que haja eleição direta, o impeachment de Moisés e Daniela precisaria acontecer até o final do ano - veja o rito do processo apresentado nesta sexta-feira pela Alesc.

    - Caso a Assembleia Legislativa afaste o governador e vice, é necessário que tenhamos o voto direto. Ou seja: que o próximo governador seja escolhido através do voto de todos os catarinenses e não apenas pela escolha dos deputados estaduais - disse Merisio no Twitter.

    Merisio ficou à frente de Moisés no primeiro turno das eleições de 2018, mas acabou derrotado por 71% a 29% pelo pesselista na segunda votação, quando prevaleceu o alinhamento de votação com a candidatura presidencial de Jair Bolsonaro, à época também no PSL, que fez 75% votos válidos em Santa Catarina.

    Merisio defende eleição direta em caso de impeachment
    Merisio defende eleição direta em caso de impeachment
    (Foto: )

    Depois das eleições, Merisio deixou o PSD - partido do presidente da Assembleia Legislativa, Júlio Garcia - e migrou para o PSDB. Ele mantém posição crítica em relação à gestão Moisés desde o primeiro ano de mandato, quando chegou a chamar o governo de “preguiçoso”. No entanto, em maio deste ano, afirmou que ainda não via clima para realização de impeachment. Merisio não se manifestou sobre o mérito da cassação de Moisés neste momento.

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