publicidade

Polícia
Navegue por

Sul de SC

Acusado de matar modelo em Imbituba é condenado por outro crime

Paulo Odilon Xisto Filho, que é réu por feminicídio da namorada, foi sentenciado por porte ilegal de acessório para arma de fogo 

16/05/2019 - 16h14 - Atualizada em: 16/05/2019 - 19h40

Compartilhe

Por GaúchaZH
Modelo tinha 22 anos quando foi morta em Imbituba, no litoral do Estado
Modelo tinha 22 anos quando foi morta em Imbituba, no litoral do Estado
(Foto: )

O oficial de cartório Paulo Odilon Xisto Filho, 36 anos, acusado de matar a modelo Isadora Viana Costa, 22 anos, natural do Rio Grande do Sul, foi condenado pela justiça de Santa Catarina por porte ilegal de acessório para arma de fogo. A decisão foi dada nesta quarta-feira (15) e atende ao pedido do Ministério Público (MP).

Segundo a acusação, durante os mandados de busca e apreensão na casa de Xisto Filho e no local de trabalho, foi encontrada uma "mira à laser para uso em arma de fogo, fabricada na Argentina por Láser Car TRL, modelo Cat Glock Series, acessório de uso restrito, sem autorização e em desacordo com determinação legal".

A condenação inicial que era de três anos de prisão e foi convertida em serviços comunitários e pagamento de multa de 50 salários mínimos.

Na época, durante o cumprimento dos mandados, os policiais também haviam apreendido uma espingarda e uma pistola com registros vencidos. Essas, no entanto, foram regularizadas posteriormente.

Xisto Filho responde em liberdade pela morte da Isadora. O crime foi cometido em maio de 2018, em Imbituba, no Sul de SC. O Ministério Público acusa o réu de ter imobilizado a namorada após uma discussão, desferindo, na sequência, vários golpes no abdômen.

Na denúncia, ainda consta que Xisto Filho se irritou porque Isadora chamou familiares dele quando o acusado passou mal pelo uso de cocaína. A família não teria conhecimento do uso de drogas, diz a acusação. Os dois estavam juntos havia cerca de dois meses.

O que diz a defesa:

— Não concordamos com a condenação e vamos recorrer porque entendemos que a conduta não é criminosa. Ele tinha ganhado de presente de um amigo essa mira. Ela inclusive estava dentro de uma caixa. Não tinha nenhuma relação com o crime. Não estava acoplada na arma e, para acoplar, esse processo teria de ser feito por um profissional — argumenta o advogado Aury Lopes Jr.

Deixe seu comentário:

publicidade

Navegue por
© 2018 NSC Comunicação
Navegue por
© 2018 NSC Comunicação