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    Apoio da torcida vai revigorar o Figueirense na Série B 2019, projeta Coelho 

    Treinador do Figueira acredita que demonstração do torcedor na derrota para o Bragantino vai ajudar a equipe a lutar por permanência 

    25/09/2019 - 12h20

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    Redação
    Por Redação DC
    Torcida do Figueirense demonstra apoio ao time durante derrota para o Bragantino
    Torcida do Figueirense demonstra apoio ao time durante derrota para o Bragantino
    (Foto: )

    O Figueirense perdeu por 3 a 0 para o Bragantino na última terça-feira. Mas o fato marcante foi a manifestação do torcedor alvinegro. Mesmo com a vantagem no placar do Orlando Scarpelli, a torcida começou a cantar alto em apoio ao time e na nova fase administrativa do clube, que terminou contrato com a Elephant, empresa que geria o clube. O técnico Márcio Coelho tem convicção que o ato vai dar ânimo para a equipe brigar contra o rebaixamento na Série B do Campeonato Brasileiro.

    – Em dez anos aqui. Vi a torcida fazendo o que fez no resultado adverso deixa o sentimento de frustração, mas fazia tempo que eu não me sentia trabalhando aqui. Hoje me sinto, e com orgulho. A torcida está de parabéns, foi o maior público do ano. Essa energia e apoio são fundamentais para alcançarmos a permanência. Sabemos da dificuldade e que iremos enfrentar, adversários fortes, tipo o Bragantino, que está um nível acima. Foi foi um show à parte da torcida, parecia que estava num espetáculo, Que bom que a torcida do Figueirense deu esse exemplo - agradeceu o ex-interino e que foi efetivado no cargo.

    Foram mais de 12 mil torcedores nas arquibancadas do Orlando Scarpelli. Até então, o maior público havia sido no clássico com o Avaí pelo Catarinense 2019, com pouco mais de 11 mil, e a maior quantidade de torcedores no estádio na Série B 2019 até então foi de pouco mais de 5 mil na nona rodada, quando o Figueira bateu o Botafogo-SP. Além da reflexo para a equipe, a manifestação do torcedor também vai fazer bem para dois jogadores que têm sido criticados por alvinegros: o volante Zé Antônio e o meia Tony.

    - Vejo que jogadores ficaram marcados, como o Tony e o Zé. É natural que a queda ocorra quando há desânimo. Mas esses caras foram e são importantes. O Zé tem mais de 100 jogos e eu vou respeitar, mas se eu entender que o rendimento não está bom, vai sair. O Tony também, mas não é o cara que eu conheço em campo. Quero muito vê-lo decisivo de novo, vindo mais de trás. Foi assim contra o Brasil-RS. Cabe a mim equacionar as situações para o time ter equilíbrio - justificou o treinador.

    O próximo jogo do Figueirense está marcado para as 21h30min de sexta-feira. Foram de casa, em Goiânia, o Alvinegro encara o Atlético-GO.

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