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Atlético-PR não consegue pousar em Chapecó

Time paranaense voltou a Curitiba. Administração do aeroporto disse que outros voos pousaram

21/08/2018 - 13h58 - Atualizada em: 21/08/2018 - 14h46

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Por Redação NSC
Neblina cobre o Oeste Catarinense desde ontem. Voos foram cancelados na segunda-feira mas nesta terça aeronaves pousaram por instrumento.
Neblina cobre o Oeste Catarinense desde ontem. Voos foram cancelados na segunda-feira mas nesta terça aeronaves pousaram por instrumento.
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O avião com a delegação do Atlético-PR não conseguiu pousar em Chapecó na tarde desta terça-feira e retornou a Curitiba, onde deve pegar um ônibus até a cidade catarinense ou, ainda, tentar um novo voo mais tarde. Há também a possibilidade do Furacão pedir junto à CBF o adiamento do jogo contra a Chapecoense marcada para a quarta-feira, às 19h30min. No entanto, a assessoria do Verdão informou que até o momento a partida está mantida.

O voo estava previsto para chegar a Chapecó às 15h. De acordo com o administrador do Aeroporto Municipal Serafim Enoss Bertaso, Eglon Buraseska, houve problemas de cancelamento na segunda-feira, mas nesta terça o único voo cancelado até às 16h30min foi justamente o que estava com a deleção do Atlético-PR.

– O aeroporto está aberto, operando por instrumentos. A Avianca, inclusive, pousou às 14h30min e a Azul às 15h30min. O que houve é que a aeronave que trazia o Atlético-PR não tinha o RNAV (sistema de navegação aérea), que é uma espécie de GPS e permitiria o pouso por instrumento – disse Buraseska.

O administrador afirmou, também, que o time paranaense contratou um voo fretado e, se tivesse utilizado um voo de carreira, teria chegado.

Na segunda-feira, a Chapecoense também não conseguiu chegar devido às más condições climáticas. O voo de São Paulo para Chapecó chegaria 18h20min, mas foi direcionado para Porto Alegre. De lá, o time pegou um ônibus e chegou ao Oeste de Santa Catarina por volta da uma hora da madrugada.

O técnico da Chapecoense, Guto Ferreira, disse que já encarou situações parecidas.

– Tenho que parabenizar o Michel (Gazola, supervisor), pois chegamos bem. Problema é quando acontece isso e fica na estrada. Chegamos depois de 15h de viagem. Mas não adianta ficar lamentando – afirmou.

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