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    Aumento de 5% no preço do gás de cozinha vai ser repassado aos consumidores em SC

    Petrobras reajustou o valor do gás industrial e de cozinha nesta terça-feira (22). Revendedores devem sentir o impacto ao longo da semana

    22/10/2019 - 17h23 - Atualizada em: 22/10/2019 - 19h17

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    Lucas
    Por Lucas Paraizo
    Conforme a Petrobras, os botijões de até 13 kg terão aumento de 4,8% a 5,3%
    Conforme a Petrobras, os botijões de até 13 kg terão aumento de 4,8% a 5,3%
    (Foto: )

    O reajuste de até 5,3% no preço do botijão de gás de cozinha de 13 quilos, anunciado nesta terça-feira pela Petrobras, deve chegar no bolso dos consumidores catarinenses nos próximos dias. Conforme uma estimativa do Sindicato dos Revendedores de Gás de SC (Sinregás), o aumento nas distribuidoras deve ser repassado diretamente ao preço final para o consumidor.

    Conforme a Petrobras, os botijões de até 13 kg terão aumento de 4,8% a 5,3%. O GLP industrial (embalagens acima de 13 kg) deverá subir entre 2,9% e 3,2%, de acordo com a região. O aumento passou a valer nesta terça, mas deve impactar os revendedores e consumidores ao longo da semana.

    — A revenda foi até pega de surpresa, a gente imaginava esse reajuste para o início de novembro. Quem carregou hoje no Paraná, por exemplo, a nota de hoje já veio com o reajuste nas distribuidoras. É algo que ainda está chegando aos revendedores, que devem repassar essa média no preço final — aponta o presidente executivo do Sinregás-SC, Jorge Magalhães de Oliveira.

    Conforme a pesquisa de preço da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o botijão de cozinha (de 13 kg) custa em média R$ 70 em Santa Catarina atualmente. Caso o reajuste de 5% da Petrobras seja repassado integralmente ao consumidor, o aumento pode ser de aproximadamente R$ 3,50 para os catarinenses.

    O último aumento no preço do gás efetuado pela Petrobras havia sido no início de agosto, quando o governo do presidente Jair Bolsonaro acabou com a política de subsídio na venda do gás de cozinha que vinha sendo praticada pela Petrobras. A esperança do governo com a medida era de que com o fim da vantagem competitiva da estatal, os concorrentes iriam se mobilizar para importar o GLP e, com isso, conseguir preços melhores para os revendedores.

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