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Beneficiário do Bolsa Família com auxílio emergencial cancelado pode recorrer; veja como

Beneficiários do Bolsa Família que receberam o auxílio emergencial e o auxílio emergencial extensão, mas tiveram o pagamento cancelado, podem contestar análise

21/11/2020 - 15h33 - Atualizada em: 21/11/2020 - 15h34

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Por Agência Brasil
Cartão do Bolsa Família
Cartão do Bolsa Família
(Foto: )

Quem teve o auxílio emergencial cancelado e recebe Bolsa Família pode recorrer da decisão a partir deste sábado (21). O prazo é para os beneficiários que receberam o auxílio emergencial e o auxílio emergencial extensão, mas tiveram o pagamento cancelado.

Apesar de divulgar a data em que é possível começar a pedir a revisão do cancelamento, o Governo Federal ainda não informou os prazos de análise dos processos que serão recebidos. Caso a análise do cadastro do beneficiário seja positiva, a conta voltará a receber as parcelas do benefício no mês subsequente.

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Como recorrer ao auxílio emergencial cancelado

Para registrar uma queixa sobre a suspensão do auxílio, basta acessar o portal Dataprev de consulta do auxílio emergencial e preencher as informações básicas do beneficiado, com nome completo, CPF, data de nascimento e nome da mãe.

Após o login, o beneficiado poderá ver a razão da suspensão do auxílio e contestá-la. Uma nova análise cadastral será feita para checar irregularidades.

Como recorrer do auxílio emergencial extensão cancelado

Para quem obteve apenas o auxílio emergencial extensão, que é de R$ 300, a data final de contestação do cancelamento vai até amanhã (22). Para quem recebeu as parcelas regulares do auxílio emergencial, que foram de R$ 600, o prazo vai até 30 de novembro para registro de reclamações.

Quem não pode receber o auxílio emergencial 

Conforme o governo, as informações cadastrais dos beneficiados são cruzadas com diversas bases de dados, o que pode resultar em situações incompatíveis com as exigências de cadastro para o benefício.

Pessoas com renda acima da regra, ocupantes de cargos eletivos, militares, servidores públicos e portadores de CPFs (Cadastro de Pessoa Física) em situação irregular na Receita Federal não podem receber as parcelas do auxílio emergencial.

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