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Blumenau tira mil crianças da fila de espera por uma vaga em creches públicas

Ao todo, serão 1.015 vagas disponibilizadas, remanescentes das 3.325 ofertadas em 2018, mas que não foram preenchidas

24/01/2019 - 07h00 - Atualizada em: 24/01/2019 - 09h57

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Nathan
Por Nathan Neumann
(Foto: )

A Secretaria de Educação de Blumenau começa a chamar nesta quinta-feira crianças que aguardam por vaga no sistema de fila única da cidade. Ao todo, são 1.015 vagas nos 77 Centros de Educação Infantis (CEIs) para o ano de 2019. As vagas são remanescentes das 3.325 ofertadas no ano passado, mas que não foram preenchidas, por diversos motivos – entre os principais, cadastros dos responsáveis desatualizados ou por não moraram mais na cidade.

As oportunidades são para crianças de zero a seis anos. Na maior faixa de demanda, que é dos dois primeiros anos, serão 215. As chamadas vão atender a ordem do sistema Fila Única da rede pública municipal, que até as 19h de quarta-feira contabilizava 4.555 protocolos no aguardo por uma vaga nas 77 unidades. As notificações de disponibilidade serão feitas através de ligações para os pais, avisando de que existe uma vaga disponível em uma das unidades da região em que foi feito o pedido.

A expectativa da secretaria é de que nessa nova chamada, no mínimo 800 sejam preenchidas. O restante das vagas serão ofertadas durante o ano letivo de 2019, através de telefonemas, feitos sempre às quintas-feiras. Os pais também podem baixar o aplicativo da Fila Única, que enviará uma notificação caso o usuário seja contemplado com uma oportunidade, além conseguir acompanhar o andamento da fila.

Município estuda meios para criar novas vagas

Apesar de quase um quarto da demanda ser atendida, cerca de 3,7 mil crianças ficarão na fila aguardando novas chamadas. Segundo a secretária de Educação de Blumenau, Patrícia Lueders, o município estuda meios de abrir mais vagas. Uma possibilidade é utilizar espaços ociosos em todo a rede pública para dar conta da demanda.

– No ensino fundamental, muitas escolas têm salas que ficam vazias. Com isso nós estamos otimizando espaços para que as crianças de pré-escola possam ocupar esses lugares, com o devido cuidado de mobília e estrutura, e, assim, a gente consiga abrir na educação infantil, mais vagas de zero a três anos – explica.

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