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Brigas judiciais marcaram construção do novo Angeloni

Polêmicas como a proibição da demolição do Bar Tigre e da antiga casa amarela atrasaram obras

03/12/2008 - 19h01

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Por Redação NSC
Comissão da Fundação Cultural proibiu a demolição da casa amarela, que só veio abaixo em junho
Comissão da Fundação Cultural proibiu a demolição da casa amarela, que só veio abaixo em junho

Da compra dos 16 terrenos nas ruas Ministro Calógeras, Coronel Santiago e Rio Grande do Sul, em julho de 2006, até a inauguração da loja se passaram mais de dois anos. O grupo tinha a intenção de começar as obras no ano passado, mas por causa de problemas judiciais que envolviam alguns dos imóveis da quadra, foi dada prioridade para investimentos em outras unidades.

Em maio de 2007, a Fundação Cultural de Joinville (FCJ) proibiu a demolição de dois prédios, um deles onde funcionava o Bar Tigre e o outro a antiga casa amarela. Além disso, dois imóveis não poderiam ser demolidos porque inquilinos entraram na Justiça contra a venda. No final daquele ano veio a autorização para o despejo de moradores e destruição dos prédios.

O último imóvel a vir ao chão foi a casa amarela, em junho. O grupo teve que brigar na Justiça para conseguir a ordem de demolição, pois uma comissão formada na FCJ alegava que o imóvel estava em vias de ser tombado pelo Patrimônio Histórico. Logo após a demolição, as obras iniciaram.

- Nunca havíamos passado por problemas dessa natureza. Mas acho que tivemos a paciência necessária. Estou com o sentimento de missão cumprida, agora é só esperar os clientes - finaliza Atanazio dos Santos Neto.

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