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Solidariedade 

Campanha para ajudar bebê com doença rara lança camisa com os pontos do "Reino do Garcia" 

Moradora de Blumenau, Antonella, de um ano, foi diagnosticada com Atrofia Muscular Espinhal e precisa receber medicação de R$ 9 milhões até os dois anos de idade 

14/09/2019 - 15h26 - Atualizada em: 14/09/2019 - 16h03

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Nathan
Por Nathan Neumann
(Foto: )

Se você mora em Blumenau, no bairro Garcia, ou conhece alguém que mora lá, com certeza já ouviu falar no "Reino do Garcia" ou já recebeu um áudio no Whats App do "Sargento Junkes", um sujeito de fala engraçada que conta sobres as pessoas ou dos projetos que pretende fazer com a "Comitiiiiva", como ele mesmo diz.

Tudo isso não passa de uma brincadeira que gera identidade e engajamento de quem vive ou conhece a rotina, as histórias e as figuras do bairro. Agora, a iniciativa tomou uma proporção diferente. Com tom mais sério, o idealizador da brincadeira Tiago Junkes, o "Sargento Junkes", pretende usar a força das paginas nas redes sociais para arrecadar fundos para pagar o tratamento de uma menina de um ano diagnosticada com AME (Atrofia Muscular Espinhal).

Entre tantas ações desenvolvidas, a mais recente foi o lançamento da camisa com os principais pontos do "Reino do Garcia", que na brincadeira são chamados de "principados". Ao custo de R$30 a cada, o intuito é reverter todo o valor arrecado com as vendas para ajudar no tratamento da pequena Antonella.

O medicamento que a criança precisa tomar custa em torno de R$ 9 milhões e é fabricado nos Estados Unidos. Segundo a organização da campanha AME Antonella, a aplicação precisa ser feita até os dois anos de idade para que ela possa ter uma vida com a rotina normal e independente.

De acordo com Tiago Junkes, as camisas serão vendidas apenas em um único ponto de vendas, na Loja Pink Queen, no Garcia, para manter a melhor transparência dos valores arrecadados. Além disso, eventos estão programados para os próximos dias para arrecadar dinheiro para pagar o tratamento.

– São diversas ações, mas o que gostamos de reforçar sempre é que qualquer ajuda continua sendo bem vinda por conta do altíssimo valor do remédio. As vezes as pessoas deixam de ajudar com dois ou cicno reais, mas já pensou se milhares de pessoas deixarem de fazer? Vira uma corrente negativa – afirma.

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