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    Casan prevê conclusão da Estação de Tratamento do sul da Ilha para 2020

    Companhia realizou audiência pública para detalhar o projeto de saneamento básico

    07/12/2019 - 08h10 - Atualizada em: 07/12/2019 - 13h58

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    Por Redação CBN Diário
    Emissário será instalado no Novo Campeche
    Emissário será instalado no Novo Campeche
    (Foto: )

    CORREÇÃO: Diferentemente do que informou este site das 8h10min até as 13h49min, a Casan projeta a conclusão da Estação de Tratamento de Efluentes, e não do emissário submarino, para 2020. O conteúdo original já foi corrigido.

    Depois de debater em audiência pública a instalação do emissário submarino no sul da Ilha, em Florianópolis, a Casan projeta finalizar as obras da Estação de Tratamento de Efluentes (EFE) do Rio Tavares no próximo ano, segundo o engenheiro Alexandre Trevisan, representante da Companhia, em entrevista ao Estúdio CBN Diário desta sexta-feira, dia 6.

    Na quinta, a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento reuniu membros da comunidade para explicar o projeto e mostrar como irá funcionar o emissário, já que o sistema deve recolher os dejetos e tratar na estação do Rio Tavares, para depois despejá-los no mar, na altura do Novo Campeche, a cinco quilômetros da costa.

    — A estação está bem adiantava em termos de obra civil. A gente tinha a previsão para concluir a estação até o começo de 2020, mas por conta de alguns problemas em relação à execução de alguns contratos isso terá que ser um pouco prorrogado, mas a nossa expectativa é que em 2020 as obras já estejam concluídas. Nós queremos começar a operar o quanto antes — explica Alexandre Trevisan, engenheiro da Casan.

    Já a implantação do emissário, parte final do projeto, ainda não tem data.

    O projeto

    A proposta da Casan é implantar uma rede de coleta e tratar os dejetos, na estação do Rio Tavares, e só depois despejar no mar, na altura do Novo Campeche, a cinco quilômetros da costa, ao norte da Ilha do Campeche, e a 5,3 mil quilômetros dela. Os engenheiros da estatal defendem que essa é a alternativa mais viável e minimiza o risco de contaminação das praias.

    O emissário submarino é a tubulação que leva o efluente final de uma estação de tratamento de esgotos até um local que tenha condições ambientais favoráveis para sua assimilação pela natureza. O emissário não é uma estação de tratamento, mas sim um equipamento para disposição final de efluente já tratado, ressalta a Casan.

    O custo da obra é orçado em R$ 190 milhões, e o prazo de execução, estimado em dois anos e três meses.

    Ouça abaixo a entrevista completa

    Justificativas técnicas

    A Casan informa que dúvidas podem ser tiradas através do e-mail emissario@casan.com.br.

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