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Handebol feminino

Com catarinense em quadra, Brasil ganha o hexa e conquista vaga em Tóquio

Duda Amorim, nascida em Blumenau, é uma das líderes da equipe medalha de ouro em Lima, no Peru

31/07/2019 - 09h45 - Atualizada em: 31/07/2019 - 10h06

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Leandro
Por Leandro Lessa
Duda Amorim beija a medalha de ouro conquistada no Pan de Lima
Duda Amorim beija a medalha de ouro conquistada no Pan de Lima
(Foto: )

A seleção brasileira feminina de handebol, que tem como uma de suas líderes a blumenauense Duda Amorim, conquistou o ouro nos Jogos Pan-Americanos de Lima, na noite desta terça-feira (madrugada de quarta-feira, no horário de Brasília). Este é o primeiro pódio para atletas de Santa Catarina na competição continental, o que fez o Brasil chegar a sua 11ª medalha dourada no Peru.

Após a vitória sobre a rival Argentina por 30 a 21 (12 a 12 no primeiro tempo), o país chegou ao sexto título consecutivo na modalidade e confirmou presença nas Olimpíadas de Tóquio, no Japão, ano que vem. Para se ter uma ideia do domínio brasileiro, o handebol feminino não perde um jogo no Pan desde Mar del Plata, na Argentina, em 1995. Agora, são 30 vitórias e um empate na sequência invicta.

Equipe brasileira de handebol feminino no pódio do Pan de Lima
Equipe brasileira de handebol feminino no pódio do Pan de Lima
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Eduarda Amorim, de 32 anos, conquistou sua terceira medalha de ouro em Pans. Ela é uma das seis atletas do grupo que conquistou o título mundial para o Brasil em 2013, na Sérvia. No ano seguinte, a armadora de 1,86m foi eleita a melhor jogadora do planeta. O time que ela joga é o Györi ETO KC, da Hungria, uma potência do handebol feminino que foi pentacampeão europeu nos últimos seis anos - a brasileira esteve em todas as conquistas.

Para chegar à final, a equipe comandada pelo espanhol Jorge Dueñas havia derrotado Cuba, Canadá e Porto Rico na primeira fase, além dos Estados Unidos na semifinal. O próximo grande desafio do Brasil é o Mundial do Japão, entre 30 de novembro e 15 de dezembro deste ano. As meninas estão num grupo difícil na primeira fase, ao lado da França (atual campeã do torneio), Dinamarca, Alemanha, Coreia do Sul e Austrália.

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