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Sul da Ilha

Como ficou o trânsito no Elevado do Rio Tavares no primeiro dia de bloqueio parcial da pista

Polícia Militar Rodoviária organiza desvio no início das manhãs, no horário de maior fluxo

19/08/2019 - 17h43 - Atualizada em: 19/08/2019 - 21h47

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Clarissa
Por Clarissa Battistella
Interdição parcial deve ocorrer até o próximo dia 26
Interdição parcial deve ocorrer até o próximo dia 26

Não houve registro de incidentes no trânsito durante o primeiro dia de bloqueio em uma das pistas no Elevado do Rio Tavares, no Sul da Ilha, segundo a Polícia Rodoviária Militar. Serão oito dias de manutenção no elevado, com alternância de liberação entre as faixas, para vedação nas juntas de dilatação. O trabalho está previsto para encerrar as 20h do próximo dia 26.

Responsável por comandar a operação de tráfego no local, o major Pablo Pereira Neri avaliou o primeiro dia, até por volta das 16h desta segunda-feira (19), como "relativamente tranquilo", inclusive no horário de maior fluxo, quando os moradores do Campeche saem do bairro em direção ao centro, passando pelo elevado.

— Fizemos o escoamento dos veículos durante 20 minutos nesta manhã (19), do Trevo da Tapera até o elevado, das 7h20min e 7h40min, em sentido duplo, para evitar os transtornos — explicou.

O procedimento deve ser repetido nos próximos dias, sempre no mesmo horário, até conclusão do serviço. O retorno do centro ao bairro não ocorre pelas pistas em manutenção, motivo pelo qual não preocupa a polícia:

— Nós estamos monitorando e orientando os motoristas na região. É claro que vai ocorrer um pouco de transtorno, mas está sendo controlado — afirmou o major.

Trânsito registrado nesta manhã nas proximidades do elevado
Trânsito registrado nesta manhã nas proximidades do elevado
(Foto: )

A manutenção estava prevista no calendário da prefeitura, porque deve ocorrer em até seis meses após concluída a obra, segundo o secretário de Infraestrutura, Valter Gallina:

— Após a liberação do trânsito, a empresa aguarda até seis meses para intervir nas juntas. Precisa aguardar o tempo, o fluxo de veículos e as intempéries, como chuva e sol, para a construção trabalhar, porque tudo isso faz com que ela vibre — disse.

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