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    Violência

    Confusão na Arena Joinville acaba com quatro feridos

    Assessoria do hospital diz que nenhum dos feridos corre risco de morrer. Um deles já foi liberado

    08/12/2013 - 14h36 - Atualizada em: 08/12/2013 - 19h42

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    Por Redação NSC
    Feridos foram socorridos dentro da Arena
    Feridos foram socorridos dentro da Arena
    (Foto: )

    A violência nas arquibancadas atrapalhou o andamento do duelo entre Atlético-PR e Vasco, realizado na Arena Joinville. Por volta dos 15 minutos do primeiro tempo, quando o time paranaense já vencia por 1 a 0, o árbitro Ricardo Marques Ribeiro paralisou o jogo por causa da briga entre os torcedores dos dois times.

    Na confusão, quatro torcedores ficaram feridos e tiveram que ser socorridos. Um deles chegou a ser encaminhado ao Hospital São José pelo helicóptero Águia, da Polícia Militar.

    De acordo com a assessoria de imprensa do hospital, quatro torcedores foram internados. William Batista, de 19 anos, torcedor do Atlético PR, sofreu traumatismo craniano, mas está consciente e não corre risco de morte. Ele ficará em observação no pronto-socorro. O torcedor foi submetido a uma tomografia para saber a gravidade das lesões.

    Diogo Cordeiro da Costa, de 29 anos, do Rio de Janeiro, também sofreu lesões na cabeça, mas já foi liberado.

    Gabriel Ferreira Vitael, de 20 anos, do Rio de Janeiro, passa bem apesar de ter ferimentos pelo corpo, e Estevan Viana, de 24 anos, do Paraná, teve lesões na cabeça e no corpo.

    No momento da confusão, não havia policiais dentro do estádio. O motivo seria uma decisão conjunta entre o Ministério Público, a Polícia MIlitar e o Atlético-PR. A segurança era feita por uma empresa especializada e a PM só faria o policiamento na parte externa.

    Após controlar os ânimos, a PM fez um cordão de isolamento para evitar mais brigas. De acordo com informações preliminares, 120 policiais estavam em serviço no estádio.

    Comandante do 8º Batalhão da Polícia Militar de Joinville, o tenente-coronel Adilson Moreira deu entrevista para veículos de rádio e de televisão no estádio e confirmou que a PM não estava fazendo a segurança no interior.

    - Por ser um evento privado, a segurança era de responsabilidade de uma empresa privada contratada pelo Atlético Paranaense. Tudo vai ser analisado. A PM tinha que fazer o policiamento na parte externa do estádio, como está fazendo - explicou.

    O MPSC nega que tenha determinado a ausência da PM na partida.

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