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Consulta pública discute a liberação de medicamentos melhores para o tratamento de melanoma pelo SUS

Participação popular deve ajudar na decisão do governo de incorporar os recursos já existentes na rede privada

02/01/2020 - 10h06 - Atualizada em: 17/01/2020 - 15h58

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Estúdio
Por Estúdio NSC
Aberta consulta pública sobre tratamento de melanoma
Aberta consulta pública sobre tratamento de melanoma
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Você sabe o que é um melanoma? Este câncer de pele tem origem nas células produtoras de melanina, substância que determina a cor da pele. O câncer de pele é o mais comum no mundo, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca). Corresponde a 25% dos tumores malignos registrados. Só em 2018, também de acordo com o INCA, o melanoma foi responsável pela morte de mais de 1.700 pacientes no Brasil.

Diante de um cenário como esse, é de se esperar uma atenção maior, principalmente quando falamos de pessoas que recorrem ao Sistema Único de Saúde (SUS) para fazer desde o diagnóstico até o tratamento. Mas uma pesquisa recente realizada pelo Instituto Oncoguia, em parceria com o CliqueSUS, levantou que 98% dos medicamentos prescritos para tratar melanoma no SUS são considerados pouco eficazes.

Uma solução em discussão

Buscando resolver esta defasagem em relação ao serviço público oferecido na área da saúde, a Comissão Nacional de incorporação de Tecnologias (CONITEC) decidiu, em um encontro no início de dezembro, promover uma consulta pública para definir a inclusão de terapia alvo e imunoterapia para o tratamento de 1ª linha do melanoma avançado, não cirúrgico e metastático no SUS. Hoje, essas opções só estão disponíveis na rede privada de saúde.

De acordo com a AMUCC, tratamento com novos recursos dão mais qualidade de vida aos pacientes
De acordo com a AMUCC, tratamento com novos recursos dão mais qualidade de vida aos pacientes
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Entidades representativas se manifestam

Leoni Margarida Simm, é presidente voluntária da Associação da Mulher Catarinense com Câncer (AMUCC). Ela destaca a agressividade do melanoma para explicar a importância de incluir, também na rede pública, novos métodos e medicamentos. Segundo a presidente, o uso desses recursos dá mais qualidade de vida aos pacientes que, em muitos casos, apresentam a remissão da doença. Para Leoni, a consulta pública faz parte de um processo amplo, mas que sem dúvida tem um papel muito importante. É nela, de acordo com a presidente, em que todos são ouvidos - pacientes, profissionais da saúde, entidades -, contribuindo para o parecer.

O Grupo Brasileiro de Melanoma também está à frente desta batalha, convidando todos a participarem da consulta pública. O Grupo entende que a contribuição de cada pessoa vai ajudar a construir um país com uma saúde mais igualitária.

O peso da participação popular

Com mais de 23 anos de história a Novartis é uma empresa líder global em medicamentos e que utiliza a ciência inovadora e a tecnologia digital para criar tratamentos transformadores em áreas de grande necessidade médica. A Novartis acredita que a medicina deve ser usada para melhorar e ampliar a vida das pessoas.

E por ter este DNA voltado para as pessoas, é que a Novartis entende a importância do comparecimento da população nesta discussão envolvendo o tratamento do melanoma na rede pública de saúde. A empresa pede que a sociedade civil participe da consulta e ajude a reforçar a importância da incorporação de remédios mais eficazes para melanoma metastático.

Conheça o trabalho da Novartis acessando o site da empresa

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