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    Corpo é encontrado aos pedaços e carbonizado no Morro da Queimada, em Florianópolis

    Polícia ainda não tem identidade da vítima

    07/02/2017 - 14h17 - Atualizada em: 07/02/2017 - 15h27

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    Por Redação NSC
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    Mais um crime bárbaro é registrado em Florianópolis, desta vez em uma comunidade do Maciço do Morro da Cruz, na área central da cidade. Na tarde desta terça-feira, a Polícia Militar encontrou um corpo queimado e em pedaços. Ironicamente, estava no alto do morro da Queimada, que fica nos fundos da região do Morro do Mocotó.

    A operação em busca do corpo começou ainda na segunda-feira, segundo o comandante do 4º Batalhão da PM, tenente-coronel Marcelo Pontes. A reportagem apurou que havia ligações anônimas à PM de pessoas reclamando do mau cheiro na área. Por volta das 16h desta terça-feira, PMs do PPT (Pelotão de Patrulhamento Tático) retornaram ao lugar e conseguiram achá-lo. O helicóptero Águia da PM participou da operação.

    — Na segunda-feira havia informações, mas não do local exato. Hoje obtivemos informações mais precisas e conseguimos localizá-lo. É um local de difícil acesso, no meio do mato. Achamos pedaços do corpo queimado, como tórax e braços, mas o crânio ainda não — disse o comandante.

    As informações preliminares são de que ainda não é possível apontar o sexo da vítima e a polícia trabalha para descobrir a identidade. A Delegacia de Homicídios e o Instituto Geral de Perícias (IGP) foram acionados. Policiais afirmam que as primeiras suspeitas indicam que a motivação estaria ligada ao tráfico de drogas.

    Responsável pelo caso, o delegado Ênio Mattos, titular da Delegacia de Homicídios, afirma que ainda não é possível saber se a causa do crime está relacionada ao tráfico de drogas na região. Ele vai pedir exames periciais ao IGP na tentativa de descobrir a identidade da vítima. Sobre a possível data da morte, Ênio diz que o homicídio ocorreu em 2017. Segundo as contas do delegado, responsável por todos os homicídios na Capital neste ano, com o caso Florianópolis registra 26 homicídios em 38 dias do ano.

    — Em uns 10 homicídios já conseguimos encaminhar quem são os autores, mas o resto ainda estamos trabalhando — diz Ênio.

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