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Cortes na Chapecoense representam economia de R$ 2,5 milhões/ano 

Foram 16 rescisões e 25 contratos renegociados

17/10/2019 - 16h54

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Darci
Por Darci Debona
Presidente interino da Chapecoense, Paulo Magro
Presidente interino, Paulo Magro, diz que clube vai economizar R$ 2,5 milhões por ano
(Foto: )

A Chapecoense comunicou oficialmente nesta quinta-feira que serão extintos os cargos de diretores remunerados nas áreas jurídica, de marketing e administrativo/financeiro, que eram ocupados respectivamente por Marcelo Zolet, João David de Nês e Roberto Merlo.

Os três desligamentos fazem parte de uma lista de 16 rescisões realizadas neste mês, com o objetivo de reduzir despesas. Além disso foram renegociados 25 contratos de prestação de serviços com redução de 16% nos valores. De acordo com o presidente interino, Paulo Magro, as medidas devem representar uma economia de R$ 2,5 milhões por ano.

A expectativa é tentar baixar as despesas que passaram de R$ 8 milhões em alguns meses, para algo mais próximo do orçado, que era de R$ 7,5 milhões mensais. Mesmo assim o clube vai terminar o ano com déficit, que pode chegar a R$ 30 milhões num cenário pessimista, de rebaixamento e sem vender nenhum jogador.

O clube também informou que o vice-presidente de marketing, Luiz Antônio Danielli, que exercia o cargo de forma voluntária, renunciou ao cargo por motivos pessoais e profissionais. Este cargo deve ser reposto dentro de 15 dias.

Durante reunião do Conselho Deliberativo, realizada na segunda-feira, foi autorizado o recebimento de propostas de investidores. Caso isso seja concretizado o caso volta a ser discutido no Conselho.

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