nsc

publicidade

Saúde pública

CPI é alternativa para investigar descumprimentos de ações judiciais e deve ser votada nesta terça em Joinville

Proposta de abertura de comissão processante foi rejeitada na Câmara nesta segunda-feira

03/08/2015 - 19h32 - Atualizada em: 03/08/2015 - 19h39

Compartilhe

Por Redação NSC

Com a proposta de abertura da comissão processante, que poderia afastar o prefeito Udo Dohler do cargo, rejeitada na Câmara de Joinville, os vereadores devem votar nesta terça-feira pela instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). Durante o último final de semana, em reuniões internas, os partidos já avaliavam essa possibilidade como uma forma de a Câmara dar uma resposta aos pedidos do MP.

Leia as últimas notícias sobre Joinville e região no AN.com.br

Como a base governista tinha votos suficientes para evitar a formação da comissão processante, a hipótese da CPI ganhou força. Além disso, ela não determinaria o afastamento do chefe do Executivo e só precisaria de sete assinaturas para ser criada. Na avaliação dos vereadores da base aliada, o procedimento seria suficiente para apurar as liminares não cumpridas em ações sobre postos, reumatologia, proctologia e ortopedia.

Para o vereador Maycon César, propor uma CPI é o mesmo que colocar "panos quentes" na situação que vive a saúde pública de Joinville. Para o vereador João Carlos Gonçalves, que é da base governista, a comissão processante é uma medida "agressiva demais" , visto que a CPI teria a mesma responsabilidade sem implicar no afastamento do prefeito Udo Döhler.

A comissão processante, por sua vez, para ser instaurada, dependia que a maioria qualificada dos vereadores votasse a favor da abertura dela, ou seja, um total de 13 votos. Se isso ocorresse, o prefeito Udo Döhler seria afastado do cargo por até 180 dias.

Deixe seu comentário:

publicidade