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NA SUPREMA CORTE

Defesa de Lula pede que Gilmar Mendes determine liberdade ao ex-presidente ou suspenda transferência a SP 

Petição dos advogados foi encaminhada diretamente ao ministro do STF após Justiça autorizar saída do petista da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba para penitenciária paulista  

07/08/2019 - 15h38 - Atualizada em: 07/08/2019 - 15h42

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Por GaúchaZH
Ex-presidente está detido na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba desde o dia 7 de abril de 2018
(Foto: )

Para tentar impedir a transferência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a penitenciária de Tremembé, em São Paulo, os advogados Cristiano e Valesca Teixeira Martins protocolaram uma petição diretamente ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes. No documento, os advogados pedem que seja concedida liminar garantindo a soltura do ex-presidente, mas também solicitam que seja impedida a transferência e que, caso não seja possível impedi-la, que Lula fique em uma cela de estado-maior na penitenciária.

No início da tarde, os perfis do ex-presidente nas redes sociais começaram uma campanha com a hashtag #DefendamLulaUrgente. Tanto a defesa quanto os seus apoiadores consideram que a transferência para Tremembé coloca em risco a integridade física do ex-presidente, uma vez que ele estava em uma cela de estado-maior na Superintendência da Polícia Federal (PF), em Curitiba, desde o dia 7 de abril de 2018.

No final da manhã desta quarta-feira (7), o juiz corregedor Paulo Eduardo de Almeida Sorci determinou que o ex-presidente Lula cumpra pena na penitenciária de Tremembé, no interior de São Paulo.

Mais cedo, a juíza federal do Paraná Carolina Lebbos, da 12ª Vara Federal de Curitiba, decidiu pela transferência do ex-presidente da carceragem da PF em Curitiba para São Paulo. Ela atendeu a pedido do superintendente da PF, Luciano Flores, que argumenta que a prisão do petista altera a rotina do prédio da corporação. Na decisão, porém, a magistrada não apontou o lugar para onde ele será transferido — a decisão cabe "ao Juízo de execução penal competente do local de destino".

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