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    Audiência pública

    Desapropriações relacionadas à duplicação da BR-470 só vão terminar no fim de 2015

    Em reunião em Blumenau, Dnit afirmou que o cronograma de obras só será divulgado quando forem concluídos os processos dos lotes entre Gaspar e Indaial

    27/08/2014 - 16h46 - Atualizada em: 27/08/2014 - 16h59

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    Por Redação NSC
    Encontro reuniu proprietários e representantes do Poder Público e consórcios resposáveis pelas obras
    Encontro reuniu proprietários e representantes do Poder Público e consórcios resposáveis pelas obras
    (Foto: )

    Aproximadamente 200 pessoas participaram da audiência pública proposta pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) na tarde desta quarta-feira em Blumenau. Na pauta de discussões, cerca de 900 processos de desapropriações de imóveis localizados às margens da BR-470 entre os municípios de Navegantes e Indaial. A expectativa é que o 1º mutirão de desapropriações aconteça ainda em 2014, mas todos os processos só serão concluídos até o fim do próximo ano. Representantes da sociedade presentes também usaram o encontro para cobrar transparência e velocidade nas obras de duplicação da rodovia federal que corta o Vale do Itajaí.

    No entanto, quem foi ao encontro buscando o cronograma de trabalho, que até agora não foi divulgado, saiu de lá sem a informação. O superintendente substituto do DNIT em Santa Catarina, Alysson Andrade, classificou as desapropriações como um gargalo no andamento das obras. De acordo com ele, será possível divulgar um cronograma de obras após a conclusão dos mutirões de desapropriação. O primeiro deve acontecer ainda este ano e reunirá no máximo 50 processos.

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    - As desapropriações precisam acontecer para a obra deslanchar. Chegaremos a um cronograma das obras após a desapropriação dos lotes 3 e 4 (entre Gaspar e Indaial) - explicou Andrade.

    A expectativa é que no máximo 50 desapropriações aconteçam em 2014. Esse número representa 5,5% do total de 900 processos. As obras andaram mais devagar do que o esperado inicialmente, pois a contratação das empresas teria acontecido antes das desapropriações. A ordem natural seria que as desapropriações fossem concluídas antes do início dos trabalhos. Por isso, o governo federal retirou na última semana a previsão orçamentária de R$ 30 milhões da duplicação. No entanto, a autarquia garante que a ação não significa redução nem cancelamento de quaisquer etapas. O superintendente do órgão no Estado, Vissilar Pretto, não compareceu ao encontro.

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