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    Direção da Celesc promete proposta e servidores adiam início da greve para terça-feira

    Proposição deve ser enviada à categoria até este domingo (22) e será submetida a assembleias na segunda (23)

    20/09/2019 - 19h18

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    Por Guilherme Simon
    fachada Celesc
    Direção da empresa e representantes dos servidores se reuniram nesta sexta
    (Foto: )

    Uma promessa de proposta da direção da Celesc, feita durante reunião com sindicatos dos servidores nesta sexta-feira (20), adiou o início da greve da categoria para terça-feira (24), um dia depois do previsto anteriormente.

    Segundo o diretor do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Energia Elétrica de Florianópolis (Sinergia), Mário Jorge Maia, a direção da empresa se comprometeu a enviar uma nova proposição até este domingo (22).

    — Com esse acerto, ficou resolvido que vamos esperar a proposta e, na segunda, pretendemos apresentá-la aos demais servidores em assembleias. Caso ela seja aceita, a greve será cancelada. Caso não, começará às 6h de terça-feira — informou Mário Jorge Maia.

    Em nota, a Celesc confirmou que as negociações continuam e que as atividades de segunda-feira (23) vão ocorrer normalmente, com possibilidade de greve a partir de terça.

    A reunião que adiou a possibilidade de paralisação começou às 10h desta sexta-feira, na sala da presidência da Celesc, em Florianópolis, e terminou perto das 14h.

    Conforme Mário Jorge Maia, diretor do Sinergia, a discussão de greve é motivada pela oposição a mudanças previstas pela Celesc. Uma delas poderia aumentar os custos dos planos de saúde para os trabalhadores. Já a outra é em relação à forma como os reajustes são estabelecidos. Maia estima que a paralisação tenha a adesão de cerca de 85% dos 3,4 mil servidores.

    Caso a greve seja deflagrada na terça, Maia explica que as lojas de atendimento da Celesc estarão fechadas, sem pedidos de ligação de luz, reclamações e outros serviços oferecidos, mas os trabalhadores devem atender às urgências e emergências previstas em lei. Já nas residências o religamento de energia poderá ser afetado, pois não é considerado como emergência.

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