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Diretoria do Marcílio Dias busca resgatar a credibilidade do clube para figurar no cenário nacional

Marinheiro com 100 anos de história quase faliu, mas hoje trabalha na recuperação do clube e na retomada de modalidades esportivas

17/03/2019 - 15h25 - Atualizada em: 17/03/2019 - 16h02

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Adriano
Por Adriano Lins
Atual presidente do Marcílio, Lucas Brunet relata os desafios para recuperar a credibilidade do clube
(Foto: )

O Marcílio Dias completa 100 de história neste domingo. Uma trajetória de altos e baixos, de glórias e momentos de dificuldades financeiras, que levaram o clube a se afastar de competições e até mesmo cogitar fechar as portas.

O diretor de memória e cultura, Fernando Alécio conta que o clube teve muitos momentos de instabilidade financeira, chegando até a se licenciar do futebol em 1970 e 1973. No passado recente, em 2016 a diretoria conta que assumiu o Marinheiro com dívidas e salários atrasados, uma recuperação que ainda está em processo. O atual presidente, Lucas Brunet, diz que é preciso reconquistar a credibilidade.

– Montamos um planejamento e sabíamos que em 2018 teríamos que nos manter e subir para disputar a primeira divisão neste ano. Antes só ouvíamos coisas ruins do clube e estamos trabalhando pra dar alegria pra este torcedor tão sofrido com as últimas décadas – diz o mandatário.

No planejamento estratégico da equipe, a diretoria traçou o objetivo de alcançar a meta de mil sócios, que já atingida. A estimativa é que nos próximos anos o clube possa se consolidar e se estabelecer entre os 60 principais clubes do país, conquistando uma Série C de Brasileiro e buscar algo maior.

Para isso, o Marcílio aposta na modernização da estrutura física, administrativa e comercial. O clube pretende anunciar no próximo mês um Centro de Treinamento novo e moderno, além de melhorias no Estádio Hercílio Luz, inclusive com a colocação de gramado sintético, programada para o final do Estadual.

Com o Centro de Treinamento o clube pretende estruturar a base e com isso construir ativos no clube. Uma ação defendida pelo prata da casa Gelson Silva, que acredita na formação de atletas não somente como uma obrigação do clube, mas uma oportunidade de receita com vendas futuras.

– Nossa principal receita hoje ainda vem do torcedor, com sócios e bilheteria, com uma boa média de público. Temos buscado um aumento de arrecadação por meio dos patrocínios. Acreditamos que tem potencial de apoio na cidade para transformar o Marcílio em um clube quase falido em uma equipe de ponta. Mas para isso é preciso apoio das empresas da cidade e região – pondera.

Direção quer retomar outras modalidades

No ano do centenário a diretoria não aposta somente no futebol, mas no resgate de outras modalidades. O presidente destaca a conquista do Torneio Internacional Cidade de Montevidéu, no Uruguai, primeiro título internacional do Marcílio Dias.

– Retomamos o remo, esporte inicial do clube que estava inativo desde a década de 1950. Estamos com a categoria de base do remo, futsal infantil, futebol de mesa e projetos com outros atletas individuais. Estamos investindo em parcerias e projetos para poder levar o nome do clube em todas as modalidades – completa.

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Marcílio Dias

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