nsc

publicidade

Notícia

Dirigente nega compra de votos para Alemanha na Copa de 2006

Ídolo alemão, Franz Beckenbauer também estaria envolvido no esquema

17/10/2015 - 13h24

Compartilhe

Por Redação NSC
O presidente da Fifa, Blatter, o ex-jogador Franz Beckenbauer e Fedor Radmann
O presidente da Fifa, Blatter, o ex-jogador Franz Beckenbauer e Fedor Radmann
(Foto: )

Poucas horas após a Fifa anunciar que iria investigar se houve compra de votos para a escolha da Alemanha como sede da Copa do Mundo de 2006, o ex-vice-presidente do Comitê Organizador da Copa do Mundo daquele ano, Fedor Radmann, negou a existência de qualquer esquema.

Fifa vai investigar Alemanha por suposta compra de votos para Copa

Blatter afirma que pagamento a Platini foi um "acordo de cavalheiros"

Mais sobre escândalos envolvendo a Fifa

- O comitê organizador nunca subornou ninguém. Estou pronto para testemunhar. Não compramos nenhum voto - disse o dirigente em entrevista ao "Sky Sport".

De acordo com o jornal "Der Spiegel", o CEO da Adidas na época, Robert Louis-Dreyfus, teria pagado 6 milhões de euros para conseguir quatro votos, que serviriam para decretar a Alemanha como sede da Copa de 2006. Franz Beckenbauer e o presidente da Federação Alemã de Futebol, Wolfgang Niersbach, estariam cientes do fundo criado para que o pagamento da propina fosse feito sem despertar atenção.

Dreyfus teria emprestado o dinheiro para o Comitê Organizador local antes da escolha do país-sede, em julho de 2000. Desta forma, um ano e meio antes da competição, Niersbach e Beckenbauer procuraram meios de esconder a devolução do montante que fazia parte do fundo ilícito.

Para devolver o dinheiro, os alemães depositaram em uma conta de Fifa os 6 milhões de euros. A alegação do pagamento era para a cerimônia de gala da entidade, que ocorreria em Berlim, mas que foi cancelada. Assim, a organização teria repassado o dinheiro para a conta do CEO da Adidas.

*LANCEPRESS!

Deixe seu comentário:

publicidade