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Saúde pública

Dive encerra primeira etapa de vacinação contra a raiva no Sul de Santa Catarina

Segundo o órgão, mais de 3,8 mil animais receberam imunização contra a doença

23/05/2019 - 15h06 - Atualizada em: 23/05/2019 - 15h16

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Redação
Por Redação DC
Vacinação foi realizada em animais de Gravatal, Capivari de Baixo e Pescaria Brava
Vacinação foi realizada em animais de Gravatal, Capivari de Baixo e Pescaria Brava
(Foto: )

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive-SC) divulgou nesta quinta-feira (23) um balanço do trabalho de vacinação contra a raiva em animais domésticos, realizada no Sul do Estado. A campanha foi necessária depois que uma mulher de 58 anos morreu no início de maio, vítima da doença, que também atinge e pode matar humanos.

De acordo com a Dive-SC, o trabalho foi realizado em um raio de 5 quilômetros a partir da casa onde a mulher morava, desde o dia 9 deste mês. Todos os animais que foram encontrados nos 1567 imóveis visitados foram imunizados. Ao todo, a vacinação atingiu 3144 cães e 729 gatos, nos municípios de Gravatal, onde a vítima vivia e também nas cidades de Capivari de Baixo e Pescaria Brava.

Além de técnicos da Dive-SC, também participaram da campanha servidores da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) e um grupo de professores e alunos da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul).

Próxima etapa

O trabalho de vacinação foi um meio de tentar conter o avanço da raiva na região. No entanto, segundo a Dive-SC, ele é dividido em duas etapas. Em junho, os técnicos devem voltar à região para aplicar uma segunda dose em todos os animais que foram imunizados.

Raiva

A raiva é uma doença causada por um vírus que não tem cura definida, que pode matar. A doença pode atingir humanos, animais domésticos e silvestres. O contágio é feito a partir do contato com a saliva de quem está contaminado. Lambidas ou mordidas de animais são as formas mais comuns de se contrair a doença.

Segundo a Dive-SC, a morte da mulher em Gravatal foi a única em Santa Catarina, nos últimos 38 anos. Em animais, a última morte confirmada pela doença aconteceu em 2016, quando um cachorro morreu infectado na cidade de Jaborá.

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