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Mistério

Doriva tem dúvidas no ataque do Criciúma para estreia no Catarinense

Tigre joga na quinta-feira contra o Figueirense

16/01/2019 - 17h48 - Atualizada em: 16/01/2019 - 17h55

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Lariane
Por Lariane Cagnini
(Foto: )

O último treino do Criciúma antes da estreia no Catarinense foi com portões fechados. O técnico Doriva ainda tem dúvidas sobre a formação do ataque para o jogo contra o Figueirense, e por isso quer testar alternativas longe de olhares curiosos. Alguns nomes, porém, já estão confirmados, como o do lateral-direito Maicon. Aos 37 anos, ele quer mostrar que tem fôlego para ajudar o Criciúma nesta quinta-feira, às 19h, no Heriberto Hülse.

— Minha expectativa é que ele aguente os 90 minutos, eu não sou chegado em substituir no setor defensivo, mas claro que se está sofrendo ou oferece risco de lesão a gente mexe. De repente nesse primeiro jogo, por ele estar voltando ao lugar que tem identificação, um clube que ele ama, ele vai tirar aquela reserva de qualidade que todos nós temos e vai nos ajudar com certeza, pois se trata de um grande jogador que ainda tem muita saúde — comentou o técnico Doriva.

Lá na frente, Doriva mantém o mistério se começa o jogo com Pedro Bortoluzo, atacante de 22 anos emprestado pelo São Paulo, ou se mantém Marcinho Junior como referência. Gabriel Honório e Reis também podem aparecer em um esquema diferente, dúvida que só será sanada quando for divulgada a escalação.

— A gente vai discutir com a comissão, achar melhor formação, mas não vai fugir dessas peças. A gente tem outras opções, mas não treinou — resumiu.

Para a partida, Doriva espera um Criciúma organizado. Ele acredita que o grupo esteja na faixa dos 80% em relação ao preparo físico, mas quer chegar a níveis mais altos assim que a competição avançar.

— Duas, três rodadas, fisicamente as equipes se equiparam, haja vista que as equipes que jogaram até final do ano os atletas têm um lastro maior de competição, isso também faz diferença. O quanto antes a gente atinja um patamar aceitável para competir, a gente tem que ser competitivo e isso a gente não abre mão, é a exigência do futebol. Uma equipe comprometida e capaz de desempenhar as tarefas do início ao fim do jogo — projetou.

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