nsc

    POUCO RETORNO

    É incompreensível levar 10 anos para duplicar 70 quilômetros, diz Fiesc sobre BR-470

    Reclamação faz parte do documento que será apresentado ao vice-presidente Hamilton Mourão, que vem ao Estado na sexta-feira (28)

    25/02/2020 - 12h08 - Atualizada em: 25/02/2020 - 12h30

    Compartilhe

    Felipe
    Por Felipe Reis
    Rodovia é um dos principais corredores para mercadorias que serão exportadas
    Rodovia é um dos principais corredores para mercadorias que serão exportadas
    (Foto: )

    A Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) vai aproveitar a vinda do vice-presidente da República Hamilton Mourão (PRTB) no estado para fazer pedidos em prol da economia catarinense. A visita está marcada para a manhã de sexta-feira (28), ocasião em que Mourão fará palestra na abertura das comemorações dos 70 anos da entidade que representa o setor industrial catarinense.

    Em entrevista ao Direto da Redação desta terça-feira (25), o presidente da Fiesc Mário Cezar de Aguiar disse que o Estado precisa ter mais retorno pelos impostos que arrecada e repassa aos cofres federais. Ele citou números recentes, como o da quantidade de vagas de trabalho preenchidas na indústria de transformação em todo o Brasil e a participação catarinense no montante.

    – Nós entendemos se a União fizer mais investimentos em Santa Catarina, o retorno que o Estado dará para o Brasil será ainda maior.

    O presidente da Fiesc afirmou que das 18.350 vagas criadas na indústria de transformação no Brasil no ano passado, SC foi responsável por 18.256, o que equivale a "praticamente 99%" das vagas. O setor emprega 34% da mão-de-obra no Estado.

    Considerando a representatividade catarinense, os pedidos que serão feitos por meio da entrega de um documento a Mourão giram em torno do fornecimento de grãos para o agronegócio e à melhoria das atuais dificuldades de infraestrutura. Segundo o presidente, a duplicação da BR-470 é um dos pontos mais delicados.

    – A rodovia está em obras há dez anos e são apenas 70 quilômetros. É incompreensível como o canal de saída do agronegócio, em direção aos nossos portos, esteja deste jeito há tanto tempo.

    Ouça a reportagem:

    Leia as últimas informações no NSC Total

    Deixe seu comentário:

    Últimas notícias

    Loading... Todas de Economia

    Colunistas