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Cálculo renal

Em bom estado de saúde, Pelé já está liberado para cirurgia 

Rei do futebol está internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo  

13/04/2019 - 17h08 - Atualizada em: 13/04/2019 - 19h05

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Por Folhapress
Pelé
Ex-jogador, que tem apenas um rim, passou pelo mesmo problema há cinco anos
(Foto: )

De acordo com o último boletim médico divulgado pelo Hospital Albert Einstein, de São Paulo, Pelé concluiu a fase de exames ao longo da noite de sexta-feira (12) e já está liberado para cirurgia de retirada do cálculo renal, que deverá ocorrer neste fim de semana. Ele deu entrada na última terça-feira (9) após internação de cinco dias em um em um hospital nos arredores de Paris, na França, onde teve diagnosticada uma infecção urinária.

O "Rei do Futebol" realizou tratamento para combater a infecção no Hospital Americano, na França, mas ainda havia necessidade de retirada do cálculo que causou o problema. Por isso, o ex-jogador foi transferido para o hospital no Brasil logo que desembarcou no Aeroporto de Guarulhos.

Toda a logística já estava prevista e a equipe do Einstein, formada pelo urologista Gustavo Caserta Lemos e pelo geriatra Fabio Nasri, teve contato com os médicos franceses.

"O paciente Edson Arantes do Nascimento segue em bom estado geral", informaram os médicos brasileiros no último boletim divulgado pelo hospital.

Pelé disse por meio de nota na segunda-feira (8) que havia sofrido uma "severa infecção urinária que requisitou assistência médica e cirúrgica emergencialmente".

Há cinco anos, Pelé passou pelo mesmo procedimento e teve alta após 48 horas. No entanto, dez dias depois, ele voltou a ser internado por conta de uma nova infecção urinária e ficou 15 dias hospitalizado.

A reincidência não é um fator de risco, e sim o fato de ele ser paciente de rim único - um deles foi retirado ainda na década de 1970, após sofrer uma joelhada quando era jogador do Cosmos, nos Estados Unidos.

Será a sexta cirurgia do ex-jogador em sete anos. Ele já teve problemas na coluna (2015), duas vezes no quadril (2012 e 2016), além do quadro de infecção em 2014 e 2019.

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