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Em meio a desemprego

Em Florianópolis, número de vagas para ambulantes é revisto, mas ainda é 50% menor que ano passado

09/11/2018 - 14h17 - Atualizada em: 09/11/2018 - 14h21

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Por Redação NSC
(Foto: )

Depois da reclamação de comerciantes ambulantes com relação ao corte de mais da metade das vagas para a atividade durante o verão, a prefeitura de Florianópolis divulgou um documento (.pdf) no qual aumenta de 31 para 68 vagas para a venda de artigos de praia nesta temporada. Houve também o acréscimo de uma tenda de bebidas na Praia da Joaquina.

Ainda assim, em relação ao ano passado, o corte é de praticamente 50% das vagas. Se na temporada 2017/18 eram 2.355 vagas, neste serão 1.184. O setor onde houve maior número de corte foi o de venda de artigos de praia, que caiu de 997 para apenas 68.

Na última terça-feira, em entrevista ao Hora de Santa Catarina, José Barbosa, um dos fundadores da Associação dos Vendedores Ambulantes de Florianópolis criticou a decisão da prefeitura.

— Foi uma queda absurda, inexplicável. O ambulante tem que defender o pão da família, não queremos fazer de maneira ilegal e entrar em conflito com os fiscais, que também vão estar fazendo seu trabalho. Vão deixar o pessoal na ilegalidade ou vamos fazer do jeito certo, inclusive com pagamento dos alvarás? Quanto vão deixar de arrecadar? Não estamos entendendo essa matemática — questionou Barbosa.

No mesmo dia, o superintendente de Serviços Públicos da Prefeitura de Florianópolis, João da Luz, disse que a medida foi necessária para evitar confusões na praia. Além da queda do número de vagas para a venda de artigos de praia, a venda de milho cozido foi restrita às tendas fixas e a comercialização de choripan foi proibida.

Ainda de acordo com João da Luz, nesta temporada serão 75 fiscais atuando nas praias, com apoio da Guarda Municipal e da Polícia Militar de Santa Catarina.

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