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Previsão do tempo

Estiagem em SC: 14 pontos de monitoramento de rios apresentam situação extrema

Falta de chuvas intensas no Estado já chega a 44 dias, de acordo com a Epagri/Ciram

11/09/2019 - 16h59 - Atualizada em: 11/09/2019 - 20h10

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Redação
Por Redação DC
Falta de chuvas facilita a propagação de incêndios ambientais
Falta de chuvas facilita a propagação de incêndios ambientais

Dados da Epagri/Ciram mostram que 14 pontos de monitoramento dos níveis de rios em Santa Catarina estão em situação considerada extrema, nesta quarta-feira (11). O motivo, segundo a autarquia, é a falta de chuvas intensas que não atingem o Estado desde o dia 29 de julho.

Desse total, nove estão em estado de emergência. Segundo o boletim, além de os níveis estarem abaixo da média histórica, não há previsão de que a situação seja revertida em curto prazo. Os outros cinco locais estão em estado de alerta.

O problema atinge rios em todas as regiões do Estado, sendo que os piores números estão nos complexos hidrológicos do Rio Jacutinga, Rio Camboriú, Rio Negro e nas bacias do Rio Tubarão, Rio Cubatão do Sul, Rio do Peixe, Rio Chapecó, Rio Itajaí-Açú e Rio Tijucas.

Chuva fraca

Segundo a Epagri/Ciram, a previsão do tempo para os próximos dias prevê tempo fechado em Santa Catarina, com chuvas fracas e mal distribuídas em todo o Estado. Na quinta-feira (12) e na sexta-feira (13), devem ocorrer ventos moderados, com rajadas, devido à passagem de uma frente fria vinda do Uruguai, que também devem deixar as temperaturas mais amenas.

No sábado (14), as temperaturas sobem, apesar da ocorrência de chuva fraca e chuviscos na Grande Florianópolis e em outras cidades do Litoral. Para o domingo (15), não há previsão de chuva, apenas de nevoeiros.

Na semana seguinte, a previsão é de que as chuvas sigam de forma irregular e pouco significativa. Até o dia 25 de setembro, as temperaturas devem seguir amenas no Planalto e no Litoral Sul. Nas demais regiões, deve fazer calor nesse período.

Queimadas

A falta de chuvas é um dos motivos que propiciam incêndios ambientais em todo o Estado. Isso porque boa parte da vegetação rasteira acaba secando e morrendo, se transformando em combustível para propagar as chamas.

O mais recente está atingindo o Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, em Palhoça, na Grande Florianópolis. Até o começo da tarde desta quarta-feira, o fogo que começou no dia anterior já tinha consumido cerca de 558 hectares da área de preservação permanente.

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