Novas denúncias de irregularidades envolvem o ministro do Trabalho, o catarinense Manoel Dias (PDT). De acordo com reportagem publicada pelo jornal O Estado de São Paulo, um ex-dirigente do partido em Santa Catarina teria recebido pagamentos por serviços partidários por meio de um convênio do ministério com uma ONG com sede em Brusque.

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Em entrevista ao Estadão, John Siever diz que prestava serviço à Universidade Leonel Brizola, instituição bancada pela fundação homônima ligada ao PDT. O ex-dirigente afirma que a orientação de Dias foi que repassasse seus dados à entidade de Brusque, que pagaria seu salário. Siever diz ainda que mesmo depois de ter parado de prestar serviços a universidade para se candidatar a vereador, continuou recebendo salário.

As denúncias envolvendo o ministério do Trabalho chegaram ao catarinense nesta semana, quando foram divulgadas informações de uma auditoria do Tribunal de Contas do Estado, remetida ao Tribunal de Contas da União, apontando supostas irregularidades em convênios da pasta com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social. Na época Dalva Dias, mulher do ministro, era titular da secretaria e o ministério do Trabalho era comandado por Carlos Lupi, padrinho político de Dias.

Em entrevista a colunista Carolina Bahia, o catarinense negou as acusações e disse que há uma campanha odienta para sua saída da pasta.

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