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Ex-presidente da Câmara de Vereadores de Chapecó se entrega à Justiça

Arestides Fidélis (PSB) foi condenado por tentativa de homicídio ao dirigir embriagado e provocar acidente que deixou sete pessoas feridas

30/10/2019 - 13h01

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Redação
Por Redação DC

O ex-vereador e ex-presidente da Câmara de Vereadores de Chapecó Arestides Fidélis (PSB) se entregou à Justiça na manhã desta quarta-feira (30) para cumprir condenação por tentativa de homicídio e embriaguez ao volante. Em 2014, ele se envolveu em um acidente que deixou sete pessoas feridas e fugiu sem prestar socorro às vítimas.

Há duas semanas, o Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ-SC) decretou a prisão de Arestides. Ele foi condenado em segunda instância a seis anos e seis meses de prisão, em regime semiaberto. Desde então, era considerado foragido.

Procurado pela reportagem nesta quarta-feira (30), o advogado de defesa de Fidélis , Arthur Losekann, afirmou que o ex-vereador não havia se apresentado antes à Justiça porque estaria viajando e retornou apenas nesta quarta-feira.

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O ex-vereador Arestides Fidélis
(Foto: )

Arestides Fidélis foi condenado por tentativas de homicídio por conta de um acidente registrado no dia 1º de maio de 2014, no Contorno Viário Oeste de Chapecó. Na ocasião, ele teria invadido a contramão e batido na lateral de um carro, onde estavam um casal e um menino. Na sequência, o ex-vereador colidiu de frente com outro veículo, ocupado por um casal e dois filhos - entre eles uma menina de 13 anos que sofreu traumatismo craniano.

Fidélis não prestou socorro e teria tentado se esconder, mas foi localizado pela polícia. O edil ficou preso por 33 dias até conseguir um habeas corpus, pagar fiança e ser liberado.

Perda do mandato

Na sexta-feira (25), Fidélis teve o mandato de vereador extinto em sessão realizada na Câmara de Vereadores de Chapecó, por condenação por improbidade administrativa que o fez perder os direitos políticos por cinco anos.

O motivo da condenação é um ato de 2006, quando, como presidente do Legislativo, Fidélis chamou candidatos que não tinham se classificado num concurso público para a Procuradoria do município.

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